{"id":9210,"date":"2006-11-20T08:41:53","date_gmt":"2006-11-20T10:41:53","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/congresso-quer-dobrar-salarios\/"},"modified":"2006-11-20T08:41:53","modified_gmt":"2006-11-20T10:41:53","slug":"congresso-quer-dobrar-salarios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/congresso-quer-dobrar-salarios\/","title":{"rendered":"Congresso quer dobrar sal\u00e1rios"},"content":{"rendered":"<p><em>Ao apagar das luzes, parlamentares podem aprovar equipara\u00e7\u00e3o ao STF <\/em><\/p>\n<p>Os presidentes da C\u00e2mara e do Senado est\u00e3o articulando discretamente a aprova\u00e7\u00e3o de um aumento dos sal\u00e1rios dos parlamentares at\u00e9 o dia 22 de dezembro, quando o Legislativo entrar\u00e1 em recesso. Na C\u00e2mara, cresce a id\u00e9ia de que o aumento deve ser mascarado por cortes nos gastos para anular o impacto no Or\u00e7amento da Casa e na opini\u00e3o p\u00fablica.<\/p>\n<p>Uma parcela das lideran\u00e7as defende que o sal\u00e1rio do parlamentar (R$ 12.847,20) atinja o equivalente ao sal\u00e1rio do ministro do Supremo Tribunal Federal (R$ 24.500), como j\u00e1 aconteceu em 2003. Nesse caso, a diferen\u00e7a deve ser reduzida na verba indenizat\u00f3ria &#8211; R$ 15 mil &#8211; que os parlamentares recebem para despesas com o exerc\u00edcio dos mandatos em seus Estados.<\/p>\n<p>O presidente da C\u00e2mara, Aldo Rebelo (PC do B-SP), evita avan\u00e7ar na discuss\u00e3o, \u00e0 espera da conclus\u00e3o de um estudo que encomendou \u00e0 Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas (FGV) sobre a reestrutura\u00e7\u00e3o dos gastos da Casa. S\u00f3 depois de receber a sugest\u00e3o \u00e9 que Rebelo dever\u00e1 fazer uma proposta de reajuste.<\/p>\n<p>No Senado, o presidente Renan Calheiros (PMDB-AL) adia a discuss\u00e3o, mas admite que o reajuste ser\u00e1 definido at\u00e9 o final de dezembro, para valer a partir de 1\u00ba de fevereiro, no in\u00edcio da nova Legislatura.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos pr\u00f3prios sal\u00e1rios, os parlamentares dever\u00e3o votar at\u00e9 dezembro o aumento dos vencimentos dos ministros do STF &#8211; que desde 2003 se descolaram da remunera\u00e7\u00e3o dos congressistas &#8211; e dos procuradores. O projeto de reajuste enviado pela presidente do STF, ministra Ellen Gracie, prev\u00ea o aumento do sal\u00e1rio do ministro dos atuais R$ 24.500 para R$ 25.725, para vigorar a partir do pr\u00f3ximo ano, e tem efeito cascata em todo o Judici\u00e1rio.<\/p>\n<p>\u00daLTIMO REAJUSTE<\/p>\n<p>Sem aumento salarial desde 2003, quando os vencimentos foram de R$ 8 mil para R$ 12.847,20, igual ao sal\u00e1rio dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) na \u00e9poca, os parlamentares discutem agora o quanto seus sal\u00e1rios devem subir. &#8220;O aumento n\u00e3o poder\u00e1 gerar nova despesa. Se n\u00e3o mexer no or\u00e7amento anual da Casa, o reajuste pode passar&#8221;, afirmou o l\u00edder do PFL na C\u00e2mara, Rodrigo Maia (RJ).<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 preciso discutir o que \u00e9 necess\u00e1rio, digno e qualificado para a representa\u00e7\u00e3o parlamentar&#8221;, afirmou o vice-l\u00edder do PSDB na C\u00e2mara, Birmarck Maia (CE). O l\u00edder do PDT na C\u00e2mara, Miro Teixeira (RJ), defende o fim da verba indenizat\u00f3ria. &#8220;O conceito \u00e9 muito ruim, a execu\u00e7\u00e3o \u00e9 duvidosa e a capacidade de fiscaliza\u00e7\u00e3o da aplica\u00e7\u00e3o dos recursos \u00e9 muito pequena.&#8221;<\/p>\n<p>At\u00e9 a reforma administrativa, a lei definia que os sal\u00e1rios dos deputados e dos senadores seriam sempre reajustados de uma legislatura para outra. A altera\u00e7\u00e3o constitucional acabou com a regra e n\u00e3o fixa data para a defini\u00e7\u00e3o dos aumentos salariais. Um decreto legislativo em vigor desde 2002 permite que um ato conjunto das Mesas das duas Casas aumente os sal\u00e1rios at\u00e9 o patamar de ministro do Supremo Tribunal Federal, o que agora significa um est\u00edmulo para os congressistas.<\/p>\n<p><strong>Denise Madue\u00f1o <\/strong>  <\/p>\n<p><strong>O Estado de S. Paulo <\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>NULL<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[17],"tags":[],"class_list":["post-9210","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","et-doesnt-have-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9210","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9210"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9210\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9210"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9210"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9210"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}