{"id":9029,"date":"2006-10-02T10:59:51","date_gmt":"2006-10-02T13:59:51","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/aposentados-desde-2000-podem-receber-parte-do-ir-de-volta\/"},"modified":"2006-10-02T10:59:51","modified_gmt":"2006-10-02T13:59:51","slug":"aposentados-desde-2000-podem-receber-parte-do-ir-de-volta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/aposentados-desde-2000-podem-receber-parte-do-ir-de-volta\/","title":{"rendered":"Aposentados desde 2000 podem receber parte do IR de volta"},"content":{"rendered":"<p>Os trabalhadores que pagaram Imposto de Renda sobre as f\u00e9rias ou licen\u00e7a-pr\u00eamio n\u00e3o gozadas, quando se aposentaram, devem ter o tributo de volta, segundo decis\u00e3o do STJ (Superior Tribunal de Justi\u00e7a) publicada no &#8220;Di\u00e1rio Oficial&#8221; da Justi\u00e7a neste m\u00eas. <\/p>\n<p>Desde 27 de abril de 2005, quando foi publicado o ato declarat\u00f3rio interpretativo SRF n\u00ba 5, os valores podem ser conseguidos administrativamente, com o pedido na pr\u00f3pria Receita Federal. <\/p>\n<p>A resolu\u00e7\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o \u00e9 ainda mais ampla e garante a devolu\u00e7\u00e3o do imposto n\u00e3o apenas na aposentadoria mas tamb\u00e9m na rescis\u00e3o de contrato ou exonera\u00e7\u00e3o, no caso de servidores p\u00fablicos. <\/p>\n<p>Por causa dos prazos legais, o tributo pago a mais s\u00f3 pode ser recuperado, pela via judicial ou administrativa, se constou da declara\u00e7\u00e3o feita at\u00e9 cinco anos atr\u00e1s. &#8220;Agora, o pedido pode ser feito para valores recebidos desde 2000, declarados em 2001&#8221;, afirmou Valdir Amorim, consultor tribut\u00e1rio da IOB Thomson. <\/p>\n<p>O contribuinte vai alterar os dados fazendo uma declara\u00e7\u00e3o retificadora e colocando os valores recebidos de f\u00e9rias n\u00e3o gozadas no item &#8220;rendimentos n\u00e3o-tribut\u00e1veis&#8221;. <\/p>\n<p>&#8220;Como as informa\u00e7\u00f5es v\u00e3o ser diferentes daquelas passadas pela fonte pagadora, a Receita vai chamar o contribuinte [para comprovar que o imposto foi retido indevidamente]&#8221;, disse Joaquim Adir, supervisor nacional do IR. Para ser ressarcido, basta levar o comprovante de rescis\u00e3o do contrato de trabalho para provar que as f\u00e9rias foram pagas como indeniza\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Para quem ainda vai se aposentar, ou quando for demitido ou exonerado do emprego, a dica \u00e9 evitar o problema e j\u00e1 solicitar \u00e0 empresa que ela discrimine os valores para a Receita quando a rescis\u00e3o do contrato for informada ao \u00f3rg\u00e3o federal. <\/p>\n<p>&#8220;Em tese, n\u00e3o \u00e9 obriga\u00e7\u00e3o do funcion\u00e1rio fazer isso, mas, como ele \u00e9 o principal interessado, deve citar o ato declarat\u00f3rio n\u00ba 5. Hoje, poucas empresas fazem essa discrimina\u00e7\u00e3o&#8221;, aconselhou o advogado Anis Kfouri, da Comiss\u00e3o de Assuntos Tribut\u00e1rios da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em S\u00e3o Paulo. <\/p>\n<p>Apesar desse entendimento, os dez dias de f\u00e9rias vendidos \u00e0 empresa, para quem continua no emprego, n\u00e3o s\u00e3o reconhecidos pela Receita como verba indenizat\u00f3ria e t\u00eam o IR descontado. <\/p>\n<p>Para ter de volta o imposto cobrado sobre esse pagamento, a \u00fanica solu\u00e7\u00e3o \u00e9 entrar na Justi\u00e7a, em uma vara federal, com advogado. Neste caso, o comprovante de que houve desconto indevido s\u00e3o os holerites dados pela empresa. <\/p>\n<p>O STJ j\u00e1 tem v\u00e1rias decis\u00f5es sobre o assunto favor\u00e1veis ao trabalhador. A justificativa \u00e9 que a verba \u00e9 indenizat\u00f3ria, porque, teoricamente, os dias vendidos deveriam ser usados pelos funcion\u00e1rios para descansar. <\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"http:\/\/www.folhaonline.com.br\/\">www.folhaonline.com.br<\/a> 29\/05\/06<\/p>\n<p><strong>TATIANA RESENDE <\/strong>do<strong> Agora<\/strong> <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>NULL<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[17],"tags":[],"class_list":["post-9029","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","et-doesnt-have-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9029","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9029"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9029\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9029"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9029"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9029"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}