{"id":8646,"date":"2006-07-04T09:49:30","date_gmt":"2006-07-04T12:49:30","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/saude-ate-1157-mais-cara\/"},"modified":"2006-07-04T09:49:30","modified_gmt":"2006-07-04T12:49:30","slug":"saude-ate-1157-mais-cara","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/saude-ate-1157-mais-cara\/","title":{"rendered":"Sa\u00fade at\u00e9 11,57% mais cara"},"content":{"rendered":"<p><em>Reajuste aprovado pela ANS para planos contratados antes de 1999 supera infla\u00e7\u00e3o de 12 meses. ProTeste questiona percentual <\/em><\/p>\n<p>Clientes de planos de sa\u00fade antigos v\u00e3o receber, a partir de agosto, boletos com novos pre\u00e7os nas mensalidades. Os reajustes, divulgados ontem pela Ag\u00eancia Nacional de Sa\u00fade Suplementar (ANS), variam entre 11,46% e 11,57% e valem para cinco operadoras \u2014 Bradesco, SulAm\u00e9rica, Ita\u00faseg, Amil e Golden Cross, o que atinge 754,1 mil brasileiros. <\/p>\n<p>Os \u00edndices foram calculados com base no acordo firmado entre essas cinco empresas e a ANS, ainda em 2004, ano em que todas apresentaram aumentos considerados abusivos a seus clientes (reajustes que chegaram a 81%). Distribu\u00eddos por tipo de operadora, os reajustes ser\u00e3o de 11,46% para Amil e Golden Cross, que atuam no segmento de medicina de grupo, e de 11,57% para Bradesco, SulAm\u00e9rica e Ita\u00faseg, seguradoras. Os aumentos valem para consumidores que adquiriram planos de sa\u00fade antes de 1999. <\/p>\n<p>Entidades de defesa do consumidor reclamaram dos percentuais, argumentando que n\u00e3o apenas s\u00e3o superiores aos aumentos autorizados para os planos novos (posteriores a 1999, de 8,89%) como est\u00e3o muito acima da infla\u00e7\u00e3o dos \u00faltimos 12 meses (4,23% pelo IPCA). Em nota, a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Defesa do Consumidor \u2014 ProTeste, lembrou que \u201cusu\u00e1rios afetados pelo aumento n\u00e3o t\u00eam reajustes salariais nesses patamares e, de outro lado, os m\u00e9dicos, hospitais e laborat\u00f3rios tamb\u00e9m n\u00e3o recebem por seus servi\u00e7os valores nesse grau de atualiza\u00e7\u00e3o\u201d. <\/p>\n<p>Os planos de sa\u00fade representam atualmente cerca de 9,5% do or\u00e7amento familiar. Ainda assim, a Federa\u00e7\u00e3o Nacional das Seguradoras (Fenaseg) argumenta que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel comparar os \u00edndices de reajuste no setor de sa\u00fade com a infla\u00e7\u00e3o geral. <\/p>\n<p>Segundo a Fenaseg \u201ca infla\u00e7\u00e3o de custos m\u00e9dico-hospitalares \u00e9 influenciada principalmente pelo aumento de pre\u00e7os de medicamentos e materiais, bem como pela inclus\u00e3o de novas tecnologias de tratamentos, novos materiais e f\u00e1rmacos, itens esses que n\u00e3o s\u00e3o regulados pela ANS\u201d. De acordo com a entidade, os pre\u00e7os de materiais e medicamentos, que representam cerca de 35% dos custos das operadoras, subiram mais de 30% entre 2005 e 2006. <\/p>\n<p>A negocia\u00e7\u00e3o entre empresas e ANS foi provocada pelos conflitos decorrentes nos aumentos de 2004. Foram os primeiros reajustes ap\u00f3s o Supremo Tribunal Federal decidir que a ag\u00eancia n\u00e3o poderia determinar os aumentos para planos antigos, pois a lei do setor s\u00f3 entrou em vigor em 1999. Com os aumentos abusivos, sucederam-se in\u00fameras a\u00e7\u00f5es judiciais e multas para as operadoras. Para se livrarem das multas, as empresas abriram m\u00e3o dos altos reajustes, mas conseguiram estabelecer uma f\u00f3rmula diferenciada para os aumentos. <\/p>\n<p>Lu\u00eds Osvaldo Grossmann da equipe do Correio <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>NULL<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[17],"tags":[],"class_list":["post-8646","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","et-doesnt-have-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8646","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8646"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8646\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8646"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8646"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8646"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}