{"id":12601,"date":"2016-10-14T02:39:00","date_gmt":"2016-10-14T05:39:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/?p=12601"},"modified":"2017-07-18T11:01:19","modified_gmt":"2017-07-18T14:01:19","slug":"fabiana-martins","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/fabiana-martins\/","title":{"rendered":"Fabiana Martins"},"content":{"rendered":"<p>Lama. Muita lama. Na cara, inclusive. E nada de us\u00e1-la para fins est\u00e9ticos ou medicinais. Para a Agente Administrativa Fabiana Martins, a lama serve a outro prop\u00f3sito: doses cavalares de adrenalina, obtidas nas diversas competi\u00e7\u00f5es Off Road em que participa.<\/p>\n<p>O pr\u00f3ximo destino j\u00e1 est\u00e1 confirmado. \u00c9 a Mal\u00e1sia, palco do Rainforest Challenge, maior competi\u00e7\u00e3o de\u00a0<em>Off-Road Trial<\/em>\u00a0extremo do planeta, que neste ano ocorrer\u00e1 entre os dias 26 de novembro e 6 de dezembro. No evento, ela far\u00e1 parceria com Julieth Zanelato.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-12647 size-medium\" src=\"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/fabi2-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/fabi2-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/fabi2-768x576.jpg 768w, https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/fabi2.jpg 960w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>\u00danica representante do pa\u00eds at\u00e9 o momento na competi\u00e7\u00e3o, a dupla brasileira ter\u00e1 ainda uma responsabilidade extra na aventura: mostrar que o papo de \u201csexo fr\u00e1gil\u201d \u00e9 mesmo coisa do passado. Em meio a pilotos das mais diversas nacionalidades, as brasileiras est\u00e3o dentre as poucas mulheres competindo.<\/p>\n<p>\u201cNas quatro rodas, batalhamos frente a frente com os homens\u201d, revela Fabiana (ou Fabi, como \u00e9 conhecida no meio competitivo). Essa ser\u00e1 a segunda vez\u00a0que a piloto, lotada atualmente em Foz do Igua\u00e7u &#8211; PR, ir\u00e1 se aventurar pelas florestas da Mal\u00e1sia\u00a0\u2014 a primeira incurs\u00e3o foi em 2014, quando viajou a convite da organiza\u00e7\u00e3o do evento e competiu ao lodo de competidora malaia em um UTV, pequeno ve\u00edculo\u00a0<em>off-road<\/em>\u00a0semelhante aos bugues que dominam as praias\u00a0brasileiras.<\/p>\n<p>Os bons resultados, somados a experi\u00eancia adquirida em competi\u00e7\u00f5es similares no Brasil, fizeram o convite se repetir neste ano. \u201cN\u00e3o tem como recusar um chamado desses , brinca a competidora. \u00c9 a oportunidade de mostrar o talento e a garra da mulher brasileira em competi\u00e7\u00f5es dessa natureza , avalia, garantindo que ir\u00e1 representar o pa\u00eds com unhas e dentes.<\/p>\n<p><strong>Rainforest Challenge \u2014<\/strong>\u00a0Criado em 1997 na Mal\u00e1sia, o Rainforest Challenge (RFC) \u00e9 hoje a competi\u00e7\u00e3o de Off-Road Trial extremo com maior representa\u00e7\u00e3o internacional do mundo, reunindo competidores de diversos pa\u00edses da Europa, \u00c1sia e Am\u00e9rica. Os pilotos se aventuram durante 12 dias pelas florestas tropicais malaias, famosas pelo clima extremamente quente e \u00famido, semelhante ao da Regi\u00e3o Norte do Brasil.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-12649 alignleft\" src=\"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/fabi3-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/fabi3-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/fabi3-768x576.jpg 768w, https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/fabi3.jpg 960w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>As condi\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o f\u00e1ceis , revela Fabi. A temperatura \u00e9 alta e as chuvas s\u00e3o muito fortes, o que aumenta o desafio , explica. Fauna e flora exuberantes, insetos de toda natureza e encontros \u201csurpresa\u201d com animais selvagens dificultam ainda mais a participa\u00e7\u00e3o dos competidores. Bom condicionamento f\u00edsico e, mais importante, forte preparo psicol\u00f3gico, s\u00e3o condi\u00e7\u00f5es fundamentais para superar os obst\u00e1culos e dificuldades presentes no evento, j\u00e1 que o Rainforest Challenge testa \u201chomens e m\u00e1quinas\u201d.<\/p>\n<p>Tenho muita honra em participar das competi\u00e7\u00f5es brasileiras, no entanto, esta prova na Mal\u00e1sia \u00e9 garantia de muito aprendizado e experi\u00eancia , avalia Fabi. Mas apesar da paix\u00e3o pela prova malaia, a piloto admite que sonha trazer a RFC para o solo brasileiro. Gostaria muito de atuar como &#8216;embaixadora do evento&#8217; e apresent\u00e1-lo ao p\u00fablico do nosso pa\u00eds. Enquanto n\u00e3o posso, espero convencer mais conterr\u00e2neos a competir na Mal\u00e1sia, fortalecendo o Brasil no cen\u00e1rio internacional , revela.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lama. Muita lama. Na cara, inclusive. E nada de us\u00e1-la para fins est\u00e9ticos ou medicinais. Para a Agente Administrativa Fabiana Martins, a lama serve a outro prop\u00f3sito: doses cavalares de adrenalina, obtidas nas diversas competi\u00e7\u00f5es Off Road em que participa. 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