{"id":12372,"date":"2016-12-07T00:00:00","date_gmt":"2016-12-07T02:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/reforma-da-previdencia-atinge-em-cheio-servidor-publico-veja-as-propostas\/"},"modified":"2016-12-07T00:00:00","modified_gmt":"2016-12-07T02:00:00","slug":"reforma-da-previdencia-atinge-em-cheio-servidor-publico-veja-as-propostas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/reforma-da-previdencia-atinge-em-cheio-servidor-publico-veja-as-propostas\/","title":{"rendered":"Reforma da previd\u00eancia atinge em cheio servidor p\u00fablico. Veja as propostas"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify;\"> \t<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.sinpecpf.org.br\/imagens\/noticias\/adc494a737.jpg\" style=\"height: 165px; width: 250px; border-width: 0px; border-style: solid; margin-left: 5px; margin-right: 5px; float: left;\" \/>O governo Michel Temer apresentou nesta ter&ccedil;a-feira (6\/12) o projeto de reforma da Previd&ecirc;ncia (PEC 287\/2016) &agrave; C&acirc;mara dos Deputados. De acordo com o texto, ser&aacute; exigida idade m&iacute;nima de 65 anos e 25 anos de contribui&ccedil;&atilde;o &mdash; tanto para homens quanto para mulheres que quiserem se aposentar. Para receber o valor integral, ser&aacute; preciso ter 49 anos de colabora&ccedil;&atilde;o com o sistema de seguridade social.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \tAtualmente, para se aposentar com o teto, homens precisam ter 65 anos de idade e 35 de contribui&ccedil;&atilde;o. J&aacute; mulheres obt&ecirc;m o benef&iacute;cio m&aacute;ximo com 60 anos e 30 de contribui&ccedil;&atilde;o, conforme estabelecido pelo artigo 201, par&aacute;grafo 7&ordm;, da Constitui&ccedil;&atilde;o.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \tAs novas regras s&oacute; valeriam para homens e mulheres que, na data de promulga&ccedil;&atilde;o da nova emenda &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o, tiverem, respectivamente, menos de 50 anos e menos 45 anos. Aqueles acima dessas idades ser&atilde;o enquadrados em regras de transi&ccedil;&atilde;o. O secret&aacute;rio da Previd&ecirc;ncia, Marcelo Caetano, garantiu que a proposta n&atilde;o atinge quem j&aacute; adquiriu o direito de aposentadoria ou quem o ter&aacute; at&eacute; o in&iacute;cio de vig&ecirc;ncia das novas regras.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \tAs regras ser&atilde;o as mesmas para trabalhadores do setor privado e para os servidores p&uacute;blicos. Se promulgada a emenda constitucional, todos receber&atilde;o, como piso dos benef&iacute;cios, o sal&aacute;rio m&iacute;nimo, atualmente em R$ 880. O teto, para ambos, ser&aacute; equivalente ao valor m&aacute;ximo pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social, hoje de R$ 5.189,82. Pela proposta, os benef&iacute;cios ser&atilde;o corrigidos anualmente.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \tNo caso dos servidores p&uacute;blicos dos estados e dos munic&iacute;pios, haver&aacute; prazo de at&eacute; dois anos para a constitui&ccedil;&atilde;o de entidades de previd&ecirc;ncia complementar, a exemplo do que j&aacute; ocorre na Uni&atilde;o.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \tPelo texto, policiais civis e federais s&atilde;o enquadrados como servidores p&uacute;blicos e tamb&eacute;m entram na nova regra geral, mas com transi&ccedil;&atilde;o diferenciada. J&aacute; no caso de policiais militares e bombeiros, caber&aacute; aos estados propor legisla&ccedil;&atilde;o estadual.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<strong>Revis&atilde;o autom&aacute;tica&nbsp;&mdash;&nbsp;<\/strong>A PEC tamb&eacute;m passa a prever que a idade m&iacute;nima poder&aacute; ser reajustada conforme a expectativa de sobrevida dos brasileiros ap&oacute;s os 65 anos medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \tAtualmente, em m&eacute;dia, essa sobrevida &eacute; de 18 anos. &ldquo;Sempre que a expectativa aumentar em um ano, a idade m&iacute;nima para aposentadoria tamb&eacute;m aumentar&aacute; um ano&rdquo;, disse Caetano, acrescentando que, segundo proje&ccedil;&otilde;es, at&eacute; 2060, deve haver dois ajustes de idade m&iacute;nima.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&ldquo;O Brasil envelhece r&aacute;pido. Isso &eacute; bom, mas isso tem consequ&ecirc;ncias. O grande objetivo da reforma &eacute; garantir que teremos um sistema de previd&ecirc;ncia no futuro&rdquo;, disse Caetano.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \tSegundo ele, sem a reforma, a capacidade de pagamento de benef&iacute;cios pelo sistema deve se tornar insustent&aacute;vel no longo prazo. &ldquo;Hoje temos 12 idosos para cada 100 pessoas. Mas a proje&ccedil;&atilde;o &eacute; que, em 2060, haja 66 idosos para cada 100 pessoas&rdquo;, observou.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \tO secret&aacute;rio lembrou ainda que o d&eacute;ficit do INSS ficou em R$ 86 bilh&otilde;es em 2015. Deve chegar a R$ 152 bilh&otilde;es neste ano e a R$ 181 bilh&otilde;es em 2017.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<strong>Regras de transi&ccedil;&atilde;o&nbsp;&mdash;&nbsp;<\/strong>Homens com mais de 50 anos e mulheres com mais de 45 anos ser&atilde;o submetidos a regras de transi&ccedil;&atilde;o, segundo a qual aplica-se um acr&eacute;scimo de 50% sobre o tempo de contribui&ccedil;&atilde;o que resta com base na regra antiga (contribui&ccedil;&atilde;o por 35 anos para homem e por 30 anos para mulher).<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \tPor exemplo, um homem com 50 anos que tenha 34 de contribui&ccedil;&atilde;o precisaria contribuir por mais um ano pela regra antiga. Aplicando-se 50% a mais, ele teria direito a aposentadoria ap&oacute;s um ano e seis meses a mais de contribui&ccedil;&atilde;o.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<strong>Valor dos benef&iacute;cios&nbsp;&mdash;&nbsp;<\/strong>A f&oacute;rmula de c&aacute;lculo dos benef&iacute;cios tanto no regime geral quanto no pr&oacute;prio (servidores p&uacute;blicos) continua tomando como base a m&eacute;dia dos sal&aacute;rios de contribui&ccedil;&atilde;o, mas deixa de seguir a f&oacute;rmula 85\/95. Com a aprova&ccedil;&atilde;o da PEC, ser&aacute; aplicada uma taxa de 51% sobre a m&eacute;dia hist&oacute;rica das contribui&ccedil;&otilde;es, acrescentando-se um ponto percentual para cada ano de contribui&ccedil;&atilde;o por ano contribu&iacute;do.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \tAssim, um contribuinte com 65 anos que tenha 28 anos de contribui&ccedil;&atilde;o receber&aacute; 79% do total da m&eacute;dia de contribui&ccedil;&otilde;es (51+28=79). Para receber integralmente o benef&iacute;cio, esse segurado precisar&aacute; somar 49 anos de contribui&ccedil;&atilde;o.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<strong>Pens&atilde;o por morte&nbsp;&mdash;&nbsp;<\/strong>O texto da PEC prev&ecirc;, no entanto, que n&atilde;o haver&aacute; aposentadorias inferiores ao sal&aacute;rio m&iacute;nimo. As pens&otilde;es por morte, por outro lado, poder&atilde;o, pelas novas regras, ter valores inferiores ao m&iacute;nimo.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \tConforme a PEC, no caso da pens&atilde;o por morte, o valor ser&aacute; equivalente a 50% do benef&iacute;cio, a t&iacute;tulo de cota familiar, e mais 10% por dependente (at&eacute; somar 100%). Quando o dependente atingir a maioridade, a cota de 10% n&atilde;o ser&aacute; revertida para o c&ocirc;njuge.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \tO texto tamb&eacute;m pro&iacute;be acumular a pens&atilde;o com outra aposentadoria, devendo o benefici&aacute;rio optar por uma delas.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<strong>Benef&iacute;cio de Presta&ccedil;&atilde;o Continuada&nbsp;&mdash;&nbsp;<\/strong>A PEC tamb&eacute;m traz regras novas para a concess&atilde;o do Benef&iacute;cio de Presta&ccedil;&atilde;o Continuada, cuja idade para adquirir o direito passar&aacute; de 65 anos para 70 anos ao longo de um per&iacute;odo de dez anos ap&oacute;s a promulga&ccedil;&atilde;o &mdash; ou seja, a cada dois anos, a idade m&iacute;nima para requerer o BPC aumentar&aacute; em um ano.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \tO valor do benef&iacute;cio passar&aacute; a ser definido em lei. Atualmente, o BPC equivale a um sal&aacute;rio m&iacute;nimo.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<strong>Sem consenso &mdash;<\/strong> N&atilde;o h&aacute; consenso sobre a reforma da Previd&ecirc;ncia entre os deputados federais. Enquanto integrantes da base de apoio ao governo acreditam que a reforma &eacute; necess&aacute;ria devido ao d&eacute;ficit previdenci&aacute;rio, parlamentares contr&aacute;rios ao texto afirmam que ela retira direitos dos trabalhadores.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \tPara o l&iacute;der do DEM, deputado Pauderney Avelino (AM), a popula&ccedil;&atilde;o deve ser conscientizada da necessidade da reforma, para garantir o recebimento de aposentadoria no futuro.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&ldquo;Uma coisa que d&aacute; mais legitimidade &agrave; reforma &eacute; que todos est&atilde;o inclu&iacute;dos na proposta, com exce&ccedil;&atilde;o dos militares, que ser&atilde;o tratados em outra mat&eacute;ria em raz&atilde;o de a Constitui&ccedil;&atilde;o dar um tratamento diferenciado a eles&rdquo;, ressaltou. &ldquo;Mas pol&iacute;ticos, servidores p&uacute;blicos, todos dever&atilde;o estar no Regime Geral da Previd&ecirc;ncia: isso faz com que esta proposta de reforma da Previd&ecirc;ncia seja mais equ&acirc;nime&rdquo;, completou.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \tO deputado Alfredo Kaefer (PSL-PR) acredita que o governo acertou em mandar a reforma neste momento para o Congresso, mas ressaltou que os parlamentares v&atilde;o analisar que partes da proposta ir&atilde;o aprovar. Ele apoia a proposta de aumento da idade m&iacute;nima de aposentadoria para 65 anos para homens e mulheres e disse que a reforma exigir&aacute; sacrif&iacute;cio de todos.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&ldquo;Eventualmente aqueles que n&atilde;o est&atilde;o aposentados v&atilde;o ter que contribuir um pouco mais; aqueles que est&atilde;o na imin&ecirc;ncia de se aposentar v&atilde;o ter que postergar um pouco a aposentadoria; todos n&oacute;s vamos perder, mas o ganho disso &eacute; que no futuro as pessoas v&atilde;o ter o direito &agrave; aposentadoria&rdquo;, disse.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<strong>Direitos retirados&nbsp;&mdash;<\/strong> Na avalia&ccedil;&atilde;o do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), o governo ter&aacute; dificuldade em aprovar a reforma da Previd&ecirc;ncia na C&acirc;mara, j&aacute; que a proposta ser&aacute;, na sua vis&atilde;o, fortemente rejeitada pela popula&ccedil;&atilde;o brasileira. &ldquo;Est&aacute; proposta &eacute; um desastre. Exigir que homens e mulheres se aposentem com a mesma idade &eacute; rejeitar, negar, a dupla jornada que as mulheres vivem no nosso pa&iacute;s&rdquo;, opinou.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \tPara ele, &eacute; um absurdo exigir aposentadoria com 65 anos em um pa&iacute;s em que muitas pessoas come&ccedil;am a trabalhar com baixa idade. &ldquo;A partir de 15 anos tem muita gente trabalhando no nosso pa&iacute;s, e com trabalho insalubre, dif&iacute;cil, duro muitas vezes. Outro absurdo &eacute; exigir pelo menos 49 anos de contribui&ccedil;&atilde;o para garantir a aposentadoria integral&rdquo;, acrescentou.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<strong>D&iacute;vida da Previd&ecirc;ncia&nbsp;&mdash;<\/strong> O deputado Arnaldo Faria de S&aacute; (PTB-SP), por sua vez, acredita que os argumentos que embasam a reforma s&atilde;o falsos: &ldquo;&Eacute; mentira essa hist&oacute;ria do governo de que a seguridade social &eacute; deficit&aacute;ria. O ano passado, com toda a crise, com toda a dificuldade, a seguridade social teve um super&aacute;vit de R$ 22 bilh&otilde;es, e isto porque foi um ano dif&iacute;cil, de crise, de muito desemprego, mas historicamente a m&eacute;dia &eacute; de R$ 55 bilh&otilde;es a 60 bilh&otilde;es de saldo da seguridade social.&rdquo;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \tO deputado Julio Lopes (PP-RJ) apoia a proposta de reforma, mas acredita que ela n&atilde;o ser&aacute; suficiente para resolver o problema da Previd&ecirc;ncia. &ldquo;Acho que o problema da Previd&ecirc;ncia transcende e muito um debate s&oacute; na C&acirc;mara federal, porque os estados e munic&iacute;pios est&atilde;o com as suas previd&ecirc;ncias quebradas&rdquo;, salientou.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \tA reforma da Previd&ecirc;ncia ser&aacute; encaminhada &agrave; Comiss&atilde;o de Constitui&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a e de Cidadania da C&acirc;mara. Se for aprovada a admissibilidade, ser&aacute; criada comiss&atilde;o especial para analisar a mat&eacute;ria.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<strong>Rea&ccedil;&atilde;o das Centrais Sindicais&nbsp;&mdash;&nbsp;<\/strong>Para a Confedera&ccedil;&atilde;o dos Servidores P&uacute;blicos do Brasil (CSPB), o governo queimou etapas ao apresentar o projeto de reforma da Previd&ecirc;ncia antes de concluir as discuss&otilde;es com as centrais sindicais. Por isso, a entidade se op&otilde;e ao pacote.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&quot;O que o governo est&aacute; colocando &eacute; simplesmente um absurdo, apresentar uma proposta sem discuss&atilde;o&quot;, afirmou Lineu Mazano, secret&aacute;rio-geral da CSPB, que &eacute; filiada &agrave; Nova Central Sindical (NCS). &quot;As centrais sindicais apresentaram um conjunto de medidas &agrave; comiss&atilde;o criada pelo governo para discutir o tema, e nada foi acatado. N&atilde;o esper&aacute;vamos que a proposta fosse apresentada desse jeito. &Eacute; claro que vamos nos opor&quot;.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&quot;A CSPB ainda est&aacute; analisando os detalhes do projeto da Fazenda, mas Mazano destacou como inadmiss&iacute;vel, por exemplo, a fixa&ccedil;&atilde;o da mesma idade m&iacute;nima, de 65 anos, para homens e mulheres. &quot;&Eacute; absurdo&quot;, afirmou.<\/p>\n<p> \t<strong><span style=\"color:#ff0000;\">NOTA DO SINPECPF: Obviamente, o SINPECPF se op&otilde;e &agrave;s novas regras propostas pelo governo e est&aacute; disposto a integrar &nbsp;as manifesta&ccedil;&otilde;es conjuntas planejadas pelas centrais sindicais e demais entidades de classe. Para tanto, esperamos contar com o apoio massivo da categoria, afinal, todos seremos prejudicados caso a proposta seja aprovada.<\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<span style=\"font-size:10px;\"><em><strong>Com informa&ccedil;&otilde;es da Ag&ecirc;ncia C&acirc;mara e do Jornal O Globo.<\/strong><\/em><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>NULL<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[17],"tags":[],"class_list":["post-12372","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","et-doesnt-have-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12372","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12372"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12372\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12372"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12372"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12372"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}