{"id":12321,"date":"2016-08-10T00:00:00","date_gmt":"2016-08-10T03:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/campanha-do-sinpecpf-cobra-valorizacao-dos-servidores-administrativos-da-pf\/"},"modified":"2016-08-10T00:00:00","modified_gmt":"2016-08-10T03:00:00","slug":"campanha-do-sinpecpf-cobra-valorizacao-dos-servidores-administrativos-da-pf","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/campanha-do-sinpecpf-cobra-valorizacao-dos-servidores-administrativos-da-pf\/","title":{"rendered":"Campanha do SINPECPF cobra valoriza\u00e7\u00e3o dos servidores administrativos da PF"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"> \t<iframe loading=\"lazy\" allowfullscreen=\"\" frameborder=\"0\" height=\"315\" scrolling=\"no\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/X6GNdLU5S6U\" width=\"560\"><\/iframe><\/p>\n<p> \tPouca gente sabe, mas a Pol&iacute;cia Federal n&atilde;o &eacute; feita apenas de policiais federais.&nbsp; Embora pouco conhecidos da popula&ccedil;&atilde;o, os servidores administrativos tamb&eacute;m s&atilde;o fundamentais para a corpora&ccedil;&atilde;o. S&atilde;o eles os respons&aacute;veis por toda a gest&atilde;o burocr&aacute;tica do &oacute;rg&atilde;o e pelo suporte log&iacute;stico que garante o sucesso das opera&ccedil;&otilde;es policiais.<\/p>\n<p> \tO protagonismo dos administrativos &eacute; observado ainda nas atividades de fiscaliza&ccedil;&atilde;o exercidas pela PF. &Aacute;reas como controle migrat&oacute;rio, emiss&atilde;o de passaporte e o monitoramento da entrada e circula&ccedil;&atilde;o de produtos qu&iacute;micos no pa&iacute;s s&atilde;o dominadas pela categoria. &ldquo;Somos respons&aacute;veis por manter a institui&ccedil;&atilde;o em ordem, garantindo o sucesso de todas as opera&ccedil;&otilde;es e atividades da corpora&ccedil;&atilde;o&rdquo;, resume &Eacute;der Fernando da Silva, presidente do SINPECPF, sindicato que representa a categoria.<\/p>\n<p> \tMas mesmo exercendo papel imprescind&iacute;vel, os administrativos da PF se queixam de ficar sempre em segundo plano nas negocia&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas que envolvem a institui&ccedil;&atilde;o. A grande reclama&ccedil;&atilde;o da categoria &eacute; que tanto o governo quanto a Dire&ccedil;&atilde;o-Geral da Pol&iacute;cia Federal n&atilde;o dispensam &agrave; classe a mesma aten&ccedil;&atilde;o dada aos policiais federais, algo que fica evidente quando analisados os &iacute;ndices de reajustes oferecidos a ambas as categorias. Embora os administrativos j&aacute; recebam at&eacute; cinco vezes menos que um policial, s&atilde;o esses &uacute;ltimos que ter&atilde;o um aumento sensivelmente maior: 37%, enquanto os administrativos receber&atilde;o apenas 10,8%.<\/p>\n<p> \t&ldquo;N&atilde;o queremos nos tornar policiais, tampouco desmerecer a categoria policial. Apenas queremos ser enxergados de maneira condizente com nosso papel&rdquo;, esclarece &Eacute;der. Para atingir esse objetivo, o SINPECPF produziu anima&ccedil;&atilde;o que encabe&ccedil;a campanha que pretende mostrar &agrave; sociedade n&atilde;o apenas o dia a dia dentro das reparti&ccedil;&otilde;es do &oacute;rg&atilde;o, como tamb&eacute;m refor&ccedil;ar a import&acirc;ncia de se valorizar corretamente o profissional administrativo.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Sem administrativos, a PF para. Por isso, &eacute; importante que a nossa categoria seja valorizada, j&aacute; que muitos colegas t&ecirc;m deixado o &oacute;rg&atilde;o em busca de melhores oportunidades&rdquo;, explica &Eacute;der.<\/p>\n<p> \t<strong>Situa&ccedil;&atilde;o preocupante &mdash; <\/strong>O momento escolhido para a campanha n&atilde;o &eacute; por acaso. Durante as Olimp&iacute;adas, grande parte da for&ccedil;a de trabalho administrativa estar&aacute; posicionada no Rio de Janeiro e nos demais estados onde acontecem os jogos. &ldquo;Esse &eacute; um momento estrat&eacute;gico. A PF tem papel central na seguran&ccedil;a dos jogos e essa &eacute; uma oportunidade para que a popula&ccedil;&atilde;o conhe&ccedil;a melhor o nosso trabalho&rdquo;, explica &Eacute;der.<\/p>\n<p> \tHoje, a categoria administrativa representa apenas 19,51% do efetivo total da PF. Para efeito de compara&ccedil;&atilde;o, em 1978 esse n&uacute;mero era de 30,3%. A maioria das vac&acirc;ncias &eacute; motivada pela remunera&ccedil;&atilde;o defasada, pela inexist&ecirc;ncia de um plano de carreira e pelo tratamento diferenciado entre administrativos e policiais.<\/p>\n<p> \tA falta de administrativos obriga a PF a deslocar policiais federais para atividades administrativas. Determinar o n&uacute;mero de policiais desviados &eacute; quase imposs&iacute;vel, visto que muitos seguem lotados em suas fun&ccedil;&otilde;es originais, embora atuando em outra atividade. <a href=\"http:\/\/www.fenapef.org.br\/fenapef\/noticia\/index\/41120\">Estimativa de ex-diretor da Fenapef d&aacute; conta de que at&eacute; 50% da for&ccedil;a policial est&aacute; atuando em fun&ccedil;&otilde;es que poderiam ser desempenhadas por administrativos.<\/a><\/p>\n<p> \tOutra solu&ccedil;&atilde;o controversa empregada pela PF para contornar a falta de administrativos &eacute; a terceiriza&ccedil;&atilde;o irregular dessas atividades. Contratados como recepcionistas, parte dos terceirizados &eacute; deslocada para atividades como controle migrat&oacute;rio. A pr&aacute;tica j&aacute; foi condenada pelo Tribunal de Contas da Uni&atilde;o (TCU) no Ac&oacute;rd&atilde;o 1.449\/2012, que determinou a substitui&ccedil;&atilde;o de todos os terceirizados que atuam em atribui&ccedil;&otilde;es legais da PF por servidores. Contudo, pouco foi feito para que a quest&atilde;o seja solucionada em definitivo.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Precisamos de duas coisas: reestrutura&ccedil;&atilde;o da carreira e aumento do efetivo&rdquo;, aponta &Eacute;der. &ldquo;S&oacute; realizar concurso n&atilde;o basta, pois o servidor que entra hoje vai embora amanh&atilde;. &Eacute; preciso arrumar a casa&rdquo;, conclui o sindicalista.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>NULL<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-12321","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","et-doesnt-have-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12321","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12321"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12321\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12321"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12321"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12321"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}