{"id":12312,"date":"2016-07-26T00:00:00","date_gmt":"2016-07-26T03:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/fique-atento-administrativo-em-missao-tambem-tem-direito-a-adicionais\/"},"modified":"2016-07-26T00:00:00","modified_gmt":"2016-07-26T03:00:00","slug":"fique-atento-administrativo-em-missao-tambem-tem-direito-a-adicionais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/fique-atento-administrativo-em-missao-tambem-tem-direito-a-adicionais\/","title":{"rendered":"Fique atento: administrativo em miss\u00e3o tamb\u00e9m tem direito a adicionais"},"content":{"rendered":"<p> \t<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.sinpecpf.org.br\/imagens\/noticias\/1073ff9ff2.jpg\" style=\"height: 141px; width: 251px; border-width: 0px; border-style: solid; margin-left: 5px; margin-right: 5px; float: left;\" \/>Aten&ccedil;&atilde;o servidor administrativo que est&aacute; cumprindo escala de plant&atilde;o para os Jogos Ol&iacute;mpicos: se seu turno envolve trabalhar entre as 22h de um dia e as 5h do dia seguinte, voc&ecirc; faz jus a adicional noturno! O benef&iacute;cio &eacute; assegurado pelo Art. 75 da Lei n&ordm; 8.112\/90, e seu valor corresponde a 25% de cada hora noturna trabalhada.<\/p>\n<p> \tNa Pol&iacute;cia Federal, apenas os servidores administrativos fazem jus ao adicional noturno, uma vez que os policiais s&atilde;o remunerados por subs&iacute;dio. Essa distin&ccedil;&atilde;o faz com que muitos colegas se esque&ccedil;am desse direito e n&atilde;o cobrem os valores quando h&aacute; algum erro por parte da administra&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p> \tOutra confus&atilde;o recorrente diz respeito &agrave; acumula&ccedil;&atilde;o do adicional com o pagamento de di&aacute;rias. Conforme esclarece a Divis&atilde;o de Pagamento, mesmo os servidores deslocados em miss&atilde;o t&ecirc;m direito ao adicional noturno, nas mesmas condi&ccedil;&otilde;es dos colegas lotados na unidade onde ocorre o servi&ccedil;o.<\/p>\n<p> \t<strong>Horas subsequentes &mdash;<\/strong> De acordo com a S&uacute;mula 60 do Tribunal Superior do Trabalho (TST), o adicional tamb&eacute;m &eacute; devido aos profissionais cuja jornada noturna se prolongue ap&oacute;s as 5h da manh&atilde;, ou seja, para aqueles que cumpriram a jornada noturna e seguiram trabalhando ap&oacute;s esse hor&aacute;rio.<\/p>\n<p> \tHoje, essas horas subsequentes s&atilde;o remuneradas como de natureza diurna, quando, na verdade, deveriam ser consideradas noturnas, desde que o turno noturno (22h &agrave;s 5h) tenha sido cumprido integralmente. O entendimento do TST visa compensar o servidor pelo desgaste f&iacute;sico sofrido em raz&atilde;o da invers&atilde;o do seu rel&oacute;gio biol&oacute;gico.<\/p>\n<p> \tEmbora a s&uacute;mula diga respeito &agrave; CLT, existem decis&otilde;es favor&aacute;veis aos servidores p&uacute;blicos sobre o mesmo tema, uma vez que as situa&ccedil;&otilde;es em que h&aacute; prorroga&ccedil;&atilde;o da jornada n&atilde;o est&atilde;o devidamente regulamentadas pela Lei n&ordm;. 8.112\/90. Assim, os filiados que estiverem nessa situa&ccedil;&atilde;o poder&atilde;o procurar o SINPECPF para requerer judicialmente o pagamento do adicional noturno para essas horas.<\/p>\n<p> \t<strong>Adicional de Insalubridade e Periculosidade &mdash; <\/strong>Vale lembrar ainda que os servidores em miss&atilde;o tamb&eacute;m fazem jus aos adicionais de insalubridade e periculosidade sempre que houver laudo que comprove as condi&ccedil;&otilde;es insalubres ou de risco. Contudo, para que o pagamento ocorra, o servidor precisa trabalhar por pelo menos 30 dias na localidade.<\/p>\n<p> \tImportante ressaltar que o servidor ter&aacute; de requerer o pagamento dos adicionais junto &agrave; unidade onde est&atilde;o prestando servi&ccedil;o em miss&atilde;o. A pr&oacute;pria PF disponibiliza modelos de requerimento para este fim.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>NULL<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-12312","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","et-doesnt-have-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12312","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12312"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12312\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12312"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12312"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12312"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}