{"id":12239,"date":"2016-02-23T19:07:58","date_gmt":"2016-02-23T22:07:58","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/sinpecpf-aciona-justica-contra-o-reajuste-abusivo-dos-planos-da-geap\/"},"modified":"2017-07-20T15:32:30","modified_gmt":"2017-07-20T18:32:30","slug":"sinpecpf-aciona-justica-contra-o-reajuste-abusivo-dos-planos-da-geap","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/sinpecpf-aciona-justica-contra-o-reajuste-abusivo-dos-planos-da-geap\/","title":{"rendered":"SINPECPF aciona justi\u00e7a contra o reajuste abusivo dos planos da GEAP"},"content":{"rendered":"<p> \t<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.sinpecpf.org.br\/imagens\/noticias\/bf6bdaac7d.jpg\" style=\"height: 163px; width: 250px; border-width: 0px; border-style: solid; margin-left: 5px; margin-right: 5px; float: left;\" \/>O SINPECPF ingressou com a&ccedil;&atilde;o judicial (com pedido de antecipa&ccedil;&atilde;o de tutela) visando suspender o reajuste das mensalidades dos planos ofertados pela GEAP &ndash; Autogest&atilde;o em Sa&uacute;de. A medida &eacute; coletiva e, caso acatada pelo Poder Judici&aacute;rio, produzir&aacute; efeitos para todos os sindicalizados.<\/p>\n<p> \tO sindicato argumenta que o aumento imposto pela GEAP &eacute; abusivo e viola o princ&iacute;pio de boa-f&eacute; objetiva que deve nortear os contratos de conv&ecirc;nios coletivos. Isso porque os planos apresentam reajustes globais na ordem de 55%, muito acima da m&eacute;dia de mercado e tamb&eacute;m da revis&atilde;o do valor do <em>per capita<\/em> da contrapartida da Uni&atilde;o no custeio dos planos de sa&uacute;de privados, que ficou em 23,11%. O aumento no valor dos planos supera inclusive o &iacute;ndice autorizado pelo Conselho de Administra&ccedil;&atilde;o da GEAP, fixado em 37,55%.<\/p>\n<p> \tO sindicato tamb&eacute;m aponta irregularidades nos procedimentos tomados pela GEAP para concretizar o reajuste, fatos que tornariam a medida ilegal. Contrariando norma do Sistema de Pessoal Civil da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica Federal (Sipec), os servidores foram notificados sobre o aumento sem que este fosse submetido &agrave; aprova&ccedil;&atilde;o da Unidade do Sistema de Pessoal da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica, respons&aacute;vel pela gest&atilde;o do conv&ecirc;nio. Outro problema detectado &eacute; o fato de o estudo atuarial que justifica o aumento ter sido realizado em novembro de 2015, enquanto a Portaria Normativa n&ordm; 5\/2010 do Minist&eacute;rio do Planejamento determina que o procedimento seja feito no in&iacute;cio de cada ano.<\/p>\n<p> \tPara o sindicato, os benefici&aacute;rios da GEAP est&atilde;o tendo de arcar sozinhos com os encargos do desiquil&iacute;brio financeiro causado pelas m&aacute;s administra&ccedil;&otilde;es recentes da operadora de sa&uacute;de. Seguidos rombos fiscais abalaram a credibilidade da GEAP e acarretaram sens&iacute;vel diminui&ccedil;&atilde;o da rede credenciada do plano. Em paralelo, a Uni&atilde;o se omitiu da obriga&ccedil;&atilde;o legal de fiscalizar as contas da entidade, permitindo que a situa&ccedil;&atilde;o se agravasse ao longo do tempo.<\/p>\n<p> \tAssim, o sindicato n&atilde;o considera justo que o &ocirc;nus por anos de administra&ccedil;&atilde;o temer&aacute;ria na GEAP recaia sobre os benefici&aacute;rios do plano. Por isso a a&ccedil;&atilde;o judicial pede a suspens&atilde;o do atual reajuste, por consider&aacute;-lo abusivo, desarrazoado e ilegal. Pede-se ainda que a Uni&atilde;o passe a arcar com os reajustes de forma equitativa, visando a manuten&ccedil;&atilde;o do equil&iacute;brio entre as partes conveniadas.<\/p>\n<p> \t<a href=\"http:\/\/processual.trf1.jus.br\/consultaProcessual\/processo.php?proc=109087720164013400&amp;secao=DF&amp;pg=1&amp;enviar=Pesquisar\">Clique aqui para acompanhar o processo movido pelo sindicato contra o reajuste abusivo dos planos da GEAP.<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>NULL<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[53],"tags":[],"class_list":["post-12239","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-juridicas","et-doesnt-have-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12239","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12239"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12239\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12728,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12239\/revisions\/12728"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12239"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12239"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12239"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}