{"id":12157,"date":"2015-10-08T14:28:32","date_gmt":"2015-10-08T17:28:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/comissao-aprova-regulamentacao-do-direito-de-greve-do-servidor-publico\/"},"modified":"2015-10-08T14:28:32","modified_gmt":"2015-10-08T17:28:32","slug":"comissao-aprova-regulamentacao-do-direito-de-greve-do-servidor-publico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/comissao-aprova-regulamentacao-do-direito-de-greve-do-servidor-publico\/","title":{"rendered":"Comiss\u00e3o aprova regulamenta\u00e7\u00e3o do direito de greve do servidor p\u00fablico"},"content":{"rendered":"<p> \t<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.sinpecpf.org.br\/imagens\/noticias\/1c701706df.jpg\" style=\"border-width: 0px; border-style: solid; width: 250px; height: 250px; margin-right: 5px; margin-left: 5px; float: left;\" \/>A Comiss&atilde;o de Direitos Humanos e Legisla&ccedil;&atilde;o Participativa (CDH) aprovou ontem projeto de lei que regulamenta o direito de greve de servidores p&uacute;blicos. O PLS 287\/2013 prev&ecirc; que a participa&ccedil;&atilde;o em greve n&atilde;o desabona o servidor em avalia&ccedil;&otilde;es de desempenho que envolvem a produtividade. O texto segue &agrave;s Comiss&otilde;es de Constitui&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a (CCJ) e de Assuntos Sociais (CAS). Apesar de previsto na Constitui&ccedil;&atilde;o, o direito de greve de servidores p&uacute;blicos ainda n&atilde;o tem regulamenta&ccedil;&atilde;o, o que leva a decis&otilde;es diversas da Justi&ccedil;a sobre o tema.<\/p>\n<p> \t&nbsp;A proposta aprovada na CDH teve origem no pr&oacute;prio colegiado, a partir de uma sugest&atilde;o do F&oacute;rum Permanente de Carreiras T&iacute;picas de Estado. As regras se aplicam a servidores p&uacute;blicos da administra&ccedil;&atilde;o direta e de autarquias e funda&ccedil;&otilde;es da Uni&atilde;o, dos estados, dos munic&iacute;pios e do Distrito Federal. O texto estabelece o instrumento das mesas de negocia&ccedil;&atilde;o com representantes da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica e dos servidores. Tamb&eacute;m define que &eacute; compet&ecirc;ncia da Justi&ccedil;a do Trabalho o julgamento de diss&iacute;dios e a&ccedil;&otilde;es sobre greves decorrentes da aplica&ccedil;&atilde;o da lei. O PLS 287\/2013 veda a realiza&ccedil;&atilde;o de movimento grevista armado e pro&iacute;be as paralisa&ccedil;&otilde;es de militares das For&ccedil;as Armadas.<\/p>\n<p> \tJ&aacute; as faltas poder&atilde;o ser negociadas a qualquer tempo, sob pena de os dias parados serem descontados, com cobran&ccedil;a de at&eacute; 10% da remunera&ccedil;&atilde;o mensal do servidor. Segundo o relator do projeto, Paulo Paim (PT-RS), h&aacute; uma lacuna nas normas legais que precisa ser preenchida com a regulamenta&ccedil;&atilde;o de princ&iacute;pios b&aacute;sicos que devem ser considerados nas decis&otilde;es judiciais: &mdash; Tal estado tende a gerar crit&eacute;rios heterog&ecirc;neos e fragmentados aplicados hoje por um magistrado e negado amanh&atilde; por outro. Isso n&atilde;o &eacute; obrigatoriamente indesej&aacute;vel, mas reflete a aus&ecirc;ncia de princ&iacute;pio normativo geral.<\/p>\n<p> \tA proposta assegura a participa&ccedil;&atilde;o de trabalhadores no movimento grevista sem &ocirc;nus e define que, durante a greve, as unidades devem continuar prestando servi&ccedil;os com no m&iacute;nimo 30% dos servidores. Paim votou ainda pela rejei&ccedil;&atilde;o do PLS 710\/2011, de Aloysio Nunes Ferreira (PSDBSP), que limita a contagem do tempo de paralisa&ccedil;&atilde;o como de efetivo servi&ccedil;o e exige manuten&ccedil;&atilde;o em atividade de 50% a 80% do total de servidores, de acordo com a atividade.<\/p>\n<p> \t<em>Fonte: Jornal do Senado<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>NULL<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-12157","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","et-doesnt-have-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12157","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12157"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12157\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12157"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12157"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12157"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}