{"id":12087,"date":"2015-06-12T08:19:56","date_gmt":"2015-06-12T11:19:56","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/aposentadoria-especial-de-policiais-desviados-de-funcao-sofre-novo-reves\/"},"modified":"2015-06-12T08:19:56","modified_gmt":"2015-06-12T11:19:56","slug":"aposentadoria-especial-de-policiais-desviados-de-funcao-sofre-novo-reves","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/aposentadoria-especial-de-policiais-desviados-de-funcao-sofre-novo-reves\/","title":{"rendered":"Aposentadoria especial de policiais desviados de fun\u00e7\u00e3o sofre novo rev\u00e9s"},"content":{"rendered":"<p> \t<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.sinpecpf.org.br\/imagens\/noticias\/2a3ed927ef.jpg\" style=\"border-width: 0px; border-style: solid; width: 250px; height: 165px; margin-right: 5px; margin-left: 5px; float: left;\" \/>A Pol&iacute;cia Rodovi&aacute;ria Federal (PRF) deve parar de conceder aposentadoria especial aos seus agentes, considerando apenas o cargo ocupado. Em vez disso, deve assegurar o benef&iacute;cio somente a servidores policiais que comprovarem efetiva exposi&ccedil;&atilde;o aos riscos inerentes &agrave; profiss&atilde;o. Esse &eacute; o entendimento do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal (MPF) que enviou uma recomenda&ccedil;&atilde;o &agrave; dire&ccedil;&atilde;o da corpora&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p> \tA medida &eacute; resultado de um inqu&eacute;rito civil que est&aacute; em andamento na Procuradoria da Rep&uacute;blica no Distrito Federal (IC 1.16.000.001024\/2013-93) e que tem como objetivo apurar den&uacute;ncias de concess&otilde;es indevidas de aposentadoria. O prazo para que o comando da PRF informe sobre o cumprimento da recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; de 15 dias.<\/p>\n<p> \tEm regra, a aposentadoria especial permite que o profissional pare de trabalhar cinco anos mais cedo: os homens podem se aposentar depois de 30 anos de trabalho e as mulheres, depois de 25. Na recomenda&ccedil;&atilde;o, o procurador da Rep&uacute;blica Douglas Kirchner argumenta que, diferentemente do que tem interpretado a Coordena&ccedil;&atilde;o Geral de Recursos Humanos da PRF, a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal restringe a aposentadoria especial aos servidores que &ldquo;de fato, exer&ccedil;am atividades de risco ou as exer&ccedil;am sob condi&ccedil;&otilde;es especiais que prejudiquem a sa&uacute;de ou a integridade f&iacute;sica&rdquo;. O documento cita ainda que entendimento j&aacute; foi consolidado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), durante julgamento da A&ccedil;&atilde;o Direta de Inconstitucionalidade 3817\/DF.<\/p>\n<p> \tAl&eacute;m da posi&ccedil;&atilde;o do STF, o procurador Douglas Kirchner tamb&eacute;m mencionou a exist&ecirc;ncia de uma decis&atilde;o, de 2013, do Tribunal de Contas da Uni&atilde;o (TCU) envolvendo a concess&atilde;o a indevida de aposentadoria especial a servidores policais e contr&aacute;rio &agrave; concess&atilde;o do benef&iacute;cio de forma irrestrita. Pela recomenda&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de suspender a concess&atilde;o da aposentadoria especial de forma irrestrita a todos os agentes, a PRF deve revisar todos os benef&iacute;cios concedidos nos &uacute;ltimos cinco anos com base no entendimento anterior, desta vez, considerando a natureza vinculante da decis&atilde;o do Supremo e do Tribunal de Contas da Uni&atilde;o.<\/p>\n<p> \tAinda no documento, Douglas Kirchner lembra que a n&atilde;o observ&acirc;ncia da recomenda&ccedil;&atilde;o pode ter como consequ&ecirc;ncias a ado&ccedil;&atilde;o de medidas judiciais e extrajudiciais cab&iacute;veis por parte do MPF, &ldquo;inclusive a responsabiliza&ccedil;&atilde;o da dire&ccedil;&atilde;o do Departamento de Pol&iacute;cia Rodovi&aacute;ria Federal por ato de improbidade administrativa&rdquo;. Para o procurador, a insist&ecirc;ncia na pr&aacute;tica pode configurar o car&aacute;ter doloso de conduta que descumpre a legisla&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de causar preju&iacute;zos ao er&aacute;rio pela concess&atilde;o indevida de aposentadorias especiais.<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 10px;\"><strong><em>Fonte: Assessoria de Imprensa da Procuradoria da Rep&uacute;blica no Distrito Federal<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>NULL<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-12087","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","et-doesnt-have-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12087","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12087"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12087\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12087"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12087"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12087"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}