{"id":11656,"date":"2013-03-04T00:00:00","date_gmt":"2013-03-04T03:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/dilma-abre-a-porta-para-sindicalistas-e-prepara-medidas-de-reaproximacao\/"},"modified":"2013-03-04T00:00:00","modified_gmt":"2013-03-04T03:00:00","slug":"dilma-abre-a-porta-para-sindicalistas-e-prepara-medidas-de-reaproximacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/dilma-abre-a-porta-para-sindicalistas-e-prepara-medidas-de-reaproximacao\/","title":{"rendered":"Dilma abre a porta para sindicalistas e prepara medidas de reaproxima\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p> \t<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.sinpecpf.org.br\/imagens\/noticias\/c68f5c65f5.jpg\" style=\"border-width: 0px; border-style: solid; width: 250px; height: 166px; margin-right: 5px; margin-left: 5px; float: left;\" \/>A presidente Dilma Rousseff seguiu o conselho de seu antecessor e padrinho pol&iacute;tico, Luiz In&aacute;cio Lula da Silva, e iniciou um processo de reaproxima&ccedil;&atilde;o com as centrais sindicais. A agenda presidencial evidencia a nova estrat&eacute;gia: ap&oacute;s dois anos sem muito espa&ccedil;o para reuni&otilde;es com sindicalistas, Dilma tem tido agora uma s&eacute;rie de encontros do g&ecirc;nero.<\/p>\n<p> \tS&oacute; na semana passada, recebeu dois presidente de centrais sindicais &#8211; Vagner Freitas, da Central &Uacute;nica dos Trabalhadores (CUT), e Ricardo Patah, da Uni&atilde;o Geral dos Trabalhadores (UGT). No dia 12 ela deve participar da inaugura&ccedil;&atilde;o da nova sede do Sindicato dos Comerci&aacute;rios de S&atilde;o Paulo, filiado &agrave; UGT e representante de um setor com cerca de 400 mil trabalhadores. A data foi acertada diretamente entre o Planalto e os organizadores.<\/p>\n<p> \tTamb&eacute;m n&atilde;o est&aacute; descartada a possibilidade de, amanh&atilde;, ao t&eacute;rmino da 7.&ordf; Marcha das Centrais Sindicais, em Bras&iacute;lia, Dilma receber os sindicalistas no Planalto. At&eacute; ontem a agenda presidencial n&atilde;o registrava o compromisso, mas os sindicalistas n&atilde;o descartavam a hip&oacute;teses do encontro.<\/p>\n<p> \tEm outros anos, Dilma sempre preferiu delegar miss&otilde;es desse tipo ao secret&aacute;rio-geral da Presid&ecirc;ncia, Gilberto Carvalho. Por causa disso, eram quase invari&aacute;veis nas centrais as cr&iacute;ticas ao seu estilo. Nos confrontos entre o governo e os funcion&aacute;rios p&uacute;blicos, na greve que estes realizaram em meados do ano passado, eram comuns as compara&ccedil;&otilde;es entre a presidente e Lula &#8211; todas sempre desfavor&aacute;veis a ela.<\/p>\n<p> \tO esfor&ccedil;o de aproxima&ccedil;&atilde;o do Planalto com as centrais deve ir al&eacute;m de cumprimentos e reuni&otilde;es. Paralelamente, o Planalto est&aacute; reunindo ministros de diferentes &aacute;reas para analisar as principais reivindica&ccedil;&otilde;es dos trabalhadores e verificar quais podem ser atendidas a curto prazo.<\/p>\n<p> \tDe acordo com alguns l&iacute;deres sindicais, o governo corre para fazer o an&uacute;ncio de alguma &quot;boa novidade&quot; at&eacute; o Dia do Trabalho, comemorado em 1.&ordm; de maio.<\/p>\n<p> \t<strong>Gentilezas &#8211;<\/strong>&nbsp;Filiado ao DEM, o presidente da UGT, Ricardo Patah, sempre integrou o coro dos que criticavam o distanciamento entre Dilma e as centrais. Na quinta-feira passada, por&eacute;m, ao deixar o Planalto, a opini&atilde;o dele j&aacute; era outra. Saiu &quot;encantando&quot; com as aten&ccedil;&otilde;es que ele e seus acompanhantes, entre os quais quatro deputados ligados &agrave; central, receberam da presidente.<\/p>\n<p> \tO encontro, programado para durar uma hora, estendeu-se por uma hora e meia. Dilma interessou-se particularmente pelos problemas enfrentados pelos motoboys, uma das categorias em que a UGT tem maior penetra&ccedil;&atilde;o, e, ali mesmo, determinou a Gilberto Carvalho a organiza&ccedil;&atilde;o de um grupo interministerial para estudar essa quest&atilde;o.<\/p>\n<p> \t&quot;Eu sempre tive contato com o Lula, que recebia as lideran&ccedil;as sindicais pelo menos uma vez por m&ecirc;s, visitava sindicatos e chegou a ir ao congresso anual da UGT. Com a Dilma sempre foi diferente, mas dessa vez ela nos surpreendeu&quot;, diz Patah.<\/p>\n<p> \t&quot;Ela nos recebeu com muita aten&ccedil;&atilde;o, ouviu nossas reivindica&ccedil;&otilde;es e opini&otilde;es sobre a pol&iacute;tica econ&ocirc;mica do governo. Dissemos a ela, por exemplo, que n&atilde;o &eacute; correto desonerar a folha de pagamento das empresas sem exigir contrapartidas dos empres&aacute;rios, para garantir o n&iacute;vel de emprego. Foi um encontro hist&oacute;rico, na minha avalia&ccedil;&atilde;o.&quot;<\/p>\n<p> \tDois dias antes de Patah, a presidente havia recebido Vagner Freitas de Moraes, presidente da CUT, a maior central do Pa&iacute;s, historicamente pr&oacute;xima do PT. Moraes tamb&eacute;m notou a mudan&ccedil;a, mas n&atilde;o viu nela nenhuma &quot;altera&ccedil;&atilde;o de rota&quot;. &quot;Acho que a presidente est&aacute; aprimorando as pol&iacute;ticas de um governo exitoso. Sempre dissemos a ela que os resultados das a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o melhores quando se fala diretamente com os interlocutores da sociedade&quot;, diz. &quot;N&atilde;o &eacute; uma atitude eleitoreira nem oportunista, mas sim uma evolu&ccedil;&atilde;o.&quot;<\/p>\n<p> \tSegunda maior central do Pa&iacute;s, a For&ccedil;a Sindical, do deputado Paulo Pereira da Silva, &eacute; a exce&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p> \t<strong>Tend&ecirc;ncia &#8211;&nbsp;<\/strong>Al&eacute;m de tentar se reaproximar dos sindicalistas, Dilma mudou a atitude com outros setores tamb&eacute;m. Passou a receber mais empres&aacute;rios, al&eacute;m de ter estreitado rela&ccedil;&otilde;es com o MST, outro hist&oacute;rico aliado do PT, ao visitar neste ano um assentamento rural ligado &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p> \t<a href=\"http:\/\/m.estadao.com.br\/noticias\/impresso,dilma-abre-a-porta-para-sindicalistas-e-prepara-medidas-de-reaproximacao,1004020.htm\"><span style=\"font-size: 10px;\"><em><strong>Fonte: Estad&atilde;o<\/strong><\/em><\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>NULL<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[17],"tags":[],"class_list":["post-11656","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","et-doesnt-have-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11656","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11656"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11656\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11656"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11656"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11656"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}