{"id":11511,"date":"2012-08-15T00:00:00","date_gmt":"2012-08-15T03:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/folha-governo-estuda-reajuste-unificado-para-servidores\/"},"modified":"2012-08-15T00:00:00","modified_gmt":"2012-08-15T03:00:00","slug":"folha-governo-estuda-reajuste-unificado-para-servidores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/folha-governo-estuda-reajuste-unificado-para-servidores\/","title":{"rendered":"FOLHA &#8211; Governo estuda reajuste unificado para servidores"},"content":{"rendered":"<p> \t&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify; \"> \t<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.sinpecpf.org.br\/imagens\/noticias\/c206735cc4.jpg\" style=\"height: 166px; width: 250px; border-width: 0px; border-style: solid; margin-left: 5px; margin-right: 5px; float: left; \" \/>O governo discutia ontem conceder um reajuste global a todo o funcionalismo p&uacute;blico federal para recompor o poder de compra do servidor e tentar por fim &agrave;s greves.&nbsp;Segundo a Folha apurou, uma das alternativas debatidas pelo n&uacute;cleo do Executivo era viabilizar um aumento m&eacute;dio anual -que poderia ser de 5%- de 2013 a 2015.&nbsp;N&atilde;o se trata, conforme relatos de interlocutores da Presid&ecirc;ncia, de uma recomposi&ccedil;&atilde;o inflacion&aacute;ria, para n&atilde;o indexar a economia, mas a avalia&ccedil;&atilde;o do governo &eacute; que se chegaria perto disso.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify; \"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify; \"> \tO impacto dessa oferta para a categoria &eacute; de R$ 4,18 bilh&otilde;es ao longo do per&iacute;odo. No total, cerca de 30 &oacute;rg&atilde;os do governo t&ecirc;m servidores em greve ou opera&ccedil;&atilde;o-padr&atilde;o.&nbsp;V&aacute;rias categorias pedem reajustes superiores a 20% para garantir a recupera&ccedil;&atilde;o do sal&aacute;rio frente &agrave; infla&ccedil;&atilde;o desde os &uacute;ltimos aumentos.&nbsp;Outra proposta &eacute; usar reserva no caixa para reajustar o sal&aacute;rio de carreiras pontuais, aquelas mais defasadas ou de remunera&ccedil;&atilde;o mais baixa. A ala contr&aacute;ria ao aumento global defende que &eacute; melhor contemplar categorias com propostas diferenciadas.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify; \"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify; \"> \tDessa forma, pondera essa corrente, &eacute; melhor usar a folga no Or&ccedil;amento para reestruturar algumas &aacute;reas em vez de um aumento linear, que n&atilde;o seria capaz de atender &agrave;s v&aacute;rias reivindica&ccedil;&otilde;es.&nbsp;Com dificuldade para dar reajuste maior por causa da crise internacional e eventuais impactos sobre o Brasil, todo esfor&ccedil;o vai, segundo o governo, na linha de n&atilde;o cometer aventuras fiscais e tentar, na medida do poss&iacute;vel, contemplar os servidores.&nbsp;Se for poss&iacute;vel dar aumento de cerca de 15% a todos, dilu&iacute;dos em tr&ecirc;s anos, a expectativa &eacute; que a proposta desmobilize o movimento, com uma sa&iacute;da para recomposi&ccedil;&atilde;o salarial no longo prazo.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify; \"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify; \"> \tDE UMA VEZ &#8211; Na semana passada, o governo ofereceu esse percentual de reajuste aos t&eacute;cnicos administrativos das universidades e institutos federais, em greve h&aacute; dois meses.&nbsp;A categoria pediu ao governo para receber o aumento de cerca de 15% de uma vez s&oacute;, mas recebeu um &quot;n&atilde;o&quot; do Minist&eacute;rio do Planejamento. Esses servidores voltam a negociar com o governo hoje.&nbsp;Al&eacute;m dos t&eacute;cnicos, apenas os professores universit&aacute;rios j&aacute; receberam uma proposta concreta do governo, com reajustes que variam entre 25% e 40%, tamb&eacute;m dilu&iacute;dos ao longo dos pr&oacute;ximos tr&ecirc;s anos.<\/div>\n<div> \t&nbsp;<\/div>\n<div> \t<span style=\"font-size:10px;\"><strong><em>Fonte &#8211; Folha de S&atilde;o Paulo<\/em><\/strong><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>NULL<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[17],"tags":[],"class_list":["post-11511","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","et-doesnt-have-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11511","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11511"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11511\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11511"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11511"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11511"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}