{"id":11387,"date":"2012-03-16T00:00:00","date_gmt":"2012-03-16T03:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/r-200-o-preco-da-inseguranca-na-imigracao-brasileira\/"},"modified":"2012-03-16T00:00:00","modified_gmt":"2012-03-16T03:00:00","slug":"r-200-o-preco-da-inseguranca-na-imigracao-brasileira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/r-200-o-preco-da-inseguranca-na-imigracao-brasileira\/","title":{"rendered":"R$ 200 \u2013 o pre\u00e7o da inseguran\u00e7a na imigra\u00e7\u00e3o brasileira"},"content":{"rendered":"<p> \t<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.sinpecpf.org.br\/imagens\/noticias\/407a59f489.jpg\" style=\"border-bottom: 0px solid; border-left: 0px solid; width: 250px; float: left; height: 166px; margin-left: 5px; border-top: 0px solid; margin-right: 5px; border-right: 0px solid\" \/>Aconteceu outra vez, e a PF n&atilde;o pode dizer que n&atilde;o foi avisada. Na tarde de ontem (15), funcion&aacute;rio terceirizado da PF que atuava na &aacute;rea de imigra&ccedil;&atilde;o do Aeroporto Internacional Augusto Severo, em Natal (RN), foi preso em flagrante ao exigir propina de cidad&atilde;o noruegu&ecirc;s, alegando que o estrangeiro estava no Brasil de forma irregular. De acordo com as investiga&ccedil;&otilde;es, ap&oacute;s permitir o ingresso do estrangeiro no pa&iacute;s, o terceirizado passou a chantage&aacute;-lo, exigindo pagamento de R$ 200 para n&atilde;o causar problemas.<\/p>\n<p> \tAs investiga&ccedil;&otilde;es come&ccedil;aram quando a esposa do estrangeiro (brasileira) procurou a sede da Superintend&ecirc;ncia da PF em Natal para relatar que, no &uacute;ltimo dia 3, enquanto aguardava a chegada do marido do exterior, funcion&aacute;rio terceirizado da PF a procurou para informar que o marido dela n&atilde;o poderia ingressar no pa&iacute;s devido a um &ldquo;impeditivo legal&rdquo;.<\/p>\n<p> \tDurante a conversa, o funcion&aacute;rio explicou que poderia liberar o ingresso do estrangeiro, mas informou que isso iria gerar &ldquo;uma pend&ecirc;ncia&rdquo;, que teria de ser solucionada posteriormente. O estrangeiro teve ent&atilde;o o ingresso liberado, e o terceirizado passou a exigir, por meio contato telef&ocirc;nico, pagamento pelo &ldquo;favor&rdquo;.<\/p>\n<p> \tComo o estrangeiro precisava retornar a Noruega dentro de poucos dias, tendo, para tanto, de passar novamente pela Imigra&ccedil;&atilde;o, o casal concordou em pagar a propina. Ap&oacute;s acertarem a data e o local do pagamento com o terceirizado, eles informaram todos os detalhes &agrave; PF, possibilitando a pris&atilde;o em flagrante.<\/p>\n<p> \tEste n&atilde;o &eacute; o primeiro caso de funcion&aacute;rio terceirizado que se utiliza da fun&ccedil;&atilde;o para cometer atos il&iacute;citos. O que chama aten&ccedil;&atilde;o &eacute; o valor &iacute;nfimo pelo qual alguns deles se sujeitam a comportamentos como este. Em 2011, o SINPECPF chegou a participar de Audi&ecirc;ncia P&uacute;blica na C&acirc;mara dos Deputados para discutir os malef&iacute;cios da terceiriza&ccedil;&atilde;o no &oacute;rg&atilde;o, e um dos pontos atacados foi justamente o risco assumido pela PF na celebra&ccedil;&atilde;o desses contratos.<\/p>\n<p> \t&ldquo;O barato pode sair caro&rdquo;, alerta a presidente Leilane Ribeiro de Oliveira, lembrando que os terceirizados s&atilde;o, em sua maioria, extremamente mal remunerados por suas fun&ccedil;&otilde;es. Para agravar o quadro, n&atilde;o h&aacute; praticamente nenhum rigor nas contrata&ccedil;&otilde;es, ao contr&aacute;rio do que ocorre com os servidores de carreira da PF, que passam por investiga&ccedil;&atilde;o social criteriosa antes de serem nomeados.<\/p>\n<p> \tO SINPECPF ir&aacute; levar o caso de Natal &agrave;s autoridades competentes para, uma vez mais, cobrar provid&ecirc;ncias em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; terceiriza&ccedil;&atilde;o na PF. Os avisos j&aacute; foram dados. Est&aacute; na hora do Governo agir para impedir que situa&ccedil;&otilde;es como estas voltem a permear o notici&aacute;rio.<\/p>\n<p> \t<em>Com informa&ccedil;&otilde;es da Assessoria de Comunica&ccedil;&atilde;o da PF<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>NULL<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[17],"tags":[],"class_list":["post-11387","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","et-doesnt-have-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11387","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11387"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11387\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11387"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11387"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11387"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}