{"id":10783,"date":"2009-09-08T09:44:45","date_gmt":"2009-09-08T12:44:45","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/produtividade-no-setor-publico-supera-a-do-setor-privado\/"},"modified":"2009-09-08T09:44:45","modified_gmt":"2009-09-08T12:44:45","slug":"produtividade-no-setor-publico-supera-a-do-setor-privado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/produtividade-no-setor-publico-supera-a-do-setor-privado\/","title":{"rendered":"Produtividade no setor p\u00fablico supera a do setor privado"},"content":{"rendered":"<p>A administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica \u00e9 mais produtiva do que o setor privado. Essa foi uma das conclus\u00f5es a que chegou o estudo <strong>Produtividade na Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica Brasileira: Trajet\u00f3ria Recente<\/strong>, divulgado pelo <strong>Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada<\/strong>. O <strong>Ipea<\/strong> avaliou a evolu\u00e7\u00e3o da diferen\u00e7a de produtividade entre esses dois setores entre 1995 e 2006.<\/p>\n<p>A not\u00edcia \u00e9 da <strong>Carta Maior<\/strong>, 26-08-2009.<\/p>\n<p>\u201cEm todos os anos pesquisados, a produtividade da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica foi maior do que a registrada no setor privado. E essa diferen\u00e7a foi sempre superior a 35%\u201d, afirmou o presidente do <strong>Ipea<\/strong>, <strong>Marcio Pochmann<\/strong>, ao divulgar o estudo. \u201cNo \u00faltimo ano do estudo [2006], por exemplo, a administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica teve uma produtividade 46,6% maior [do que a do setor privado]. O ano em que essa diferen\u00e7a foi menor foi 1997, quando a p\u00fablica registrou produtividade 35,4% superior \u00e0 da privada\u201d.<\/p>\n<p>O estudo diz que entre 1995 e 2006 a produtividade na administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica cresceu 14,7%, enquanto no setor privado esse crescimento foi de 13,5%. \u201cH\u00e1 muita ideologia e poucos dados nas argumenta\u00e7\u00f5es de que o Estado \u00e9 improdutivo, e os n\u00fameros mostram isso: a produtividade na administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica cresceu 1,1% a mais do que o crescimento produtivo contabilizado no setor privado, durante todo o per\u00edodo analisado\u201d.<\/p>\n<p>Segundo o <strong>Ipea<\/strong>, a administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica \u00e9 respons\u00e1vel por 11,6% do total de ocupados no Brasil. No entanto, representa 15,5% do valor agregado da produ\u00e7\u00e3o nacional. \u201cA produ\u00e7\u00e3o na administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica aumentou 43,3% entre 1995 e 2006, crescimento que ficou mais evidente a partir de 2004. No mesmo per\u00edodo, os empregos p\u00fablicos aumentaram apenas 25%. Isso mostra que a produtividade aumentou mais do que a ocupa\u00e7\u00e3o\u201d, argumentou o presidente do Ipea. &#8220;Esse estudo representa a configura\u00e7\u00e3o de uma quebra de paradigma, porque acabou desconstruindo o mito de que o setor p\u00fablico \u00e9 ineficiente\u201d, defendeu Pochmann.<\/p>\n<p>Entre os motivos que justificariam o aumento da efici\u00eancia produtiva da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, Pochmann destacou as recentes inova\u00e7\u00f5es, principalmente ligadas \u00e0s \u00e1reas tecnol\u00f3gicas que envolvem Inform\u00e1tica; os processos mais eficientes de licita\u00e7\u00e3o; e a certifica\u00e7\u00e3o digital, bem como a renova\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o p\u00fablico, por meio de concursos.<\/p>\n<p>O presidente do <strong>Ipea<\/strong> lembrou ainda que as administra\u00e7\u00f5es estaduais que adotaram medidas de choque de gest\u00e3o, como S\u00e3o Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, n\u00e3o constam entre aquelas com melhor desempenho na produtividade. &#8220;Ou tiveram ganho muito baixo, ou ficaram abaixo da m\u00e9dia de 1995 a 2006&#8221;, afirmou, ressalvando que essa compara\u00e7\u00e3o n\u00e3o era objetivo do estudo, mas foi uma das conclus\u00f5es observadas.<\/p>\n<p><em>Fonte: <a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=25179\">Instituto Humanitas Unisinos<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>NULL<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[17],"tags":[],"class_list":["post-10783","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","et-doesnt-have-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10783","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10783"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10783\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10783"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10783"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinpecpf.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10783"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}