Proposta de reestruturação sugerida pelo MPOG não atende as demandas do PECPF
21/05/2010
Nessa quinta-feira (20), o Ministério do Planejamento finalmente apresentou sua proposta de reestruturação da carreira administrativa da Polícia Federal. Cercada de expectativa por parte dos servidores do PECPF, a sugestão do MPOG prevê a aglutinação de alguns dos cargos existentes hoje em novos cargos, de atribuições mais genéricas, tornando o quadro administrativo da PF mais enxuto e garantindo flexibilidade de gestão para a direção do órgão. Em teoria, a proposta parecia interessante. Entretanto, o conteúdo apresentado durante a reunião de ontem não atende à maioria das reivindicações da categoria.
Logo no início da apresentação, o assessor da coordenação geral de carreiras do MPOG, Rafael de Souza Moreira, deixou claro que as sugestões apresentadas possuíam caráter eminentemente técnico. “Há a possibilidade de uma contraproposta por parte de vocês”, ele destacou. Apesar disso, o assessor garantiu que o Planejamento adotou uma postura menos conservadora para elaborar o relatório para o PECPF.
Segundo a equipe do Planejamento, a dificuldade em relação ao trabalho foi avaliar quais as similaridades apresentadas entre os atuais cargos. “A aglutinação só é possível para cargos que possuam atribuições semelhantes, os mesmos requisitos de ingresso, compatibilidade de origem e de remuneração”, destacaram os técnicos do MPOG. Além disso, Rafael destacou que processo deve levar em conta a descrição de atribuições prevista em lei. “Sabemos que, na prática, muitos servidores atuam de forma distinta daquela legalmente prevista. Contudo, não podemos levar essas situações irregulares em consideração”.
O primeiro empecilho para a racionalização foi encontrado nos cargos de nível superior existentes na PF. A equipe do Planejamento considera impossível aglutinar qualquer um destes cargos, pois as atribuições de cada um deles é bastante específica. “São profissões regulamentadas. Tentamos fazer isso no Ibama e o processo sofreu uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIn). Não iremos repetir esse erro”, afirmou Vânia Prisca Dias Santiago, coordenadora geral de carreiras do MPOG. A possibilidade de definir as atribuições posteriormente, mediante um decreto regulamentar, também foi afastada pelos técnicos do MPOG. “Atualmente o Poder Executivo se posiciona contrariamente a essa possibilidade”.
Os cargos de nível auxiliar existentes hoje na PF também não poderiam ser racionalizados, pois “não guardam semelhanças que justifiquem o processo”. O MPOG também se manifestou contrário à aglutinação de cargos extintos, o que motivou uma intervenção por parte do diretor de gestão de pessoal da PF, Joaquim Mesquita. “Esses servidores precisam, sim, ser aglutinados. Emitimos uma portaria no mês passado extinguindo alguns cargos exatamente para facilitar o processo de racionalização. Não podemos admitir que estes servidores sejam prejudicados”, afirmou.
Os servidores que seriam aglutinados são todos de nível médio. Mesmo assim, nem todos os cargos desta natureza poderiam ser racionalizados. “Áreas com atribuições específicas ou que exijam cursos técnicos para o ingresso não podem ser incluídas no processo”, explicou Rafael.
Vale destacar que a proposta do MPOG não prevê a criação de uma nova carreira. Todas as alterações aconteceriam dentro do próprio PECPF. “Consideramos desnecessária a criação de uma nova carreira, pois a transposição dos atuais servidores não poderia ser realizada”, enfatizou Vânia.
A presidente do SINPECPF, Leilane Ribeiro de Oliveira, não gostou da proposta apresentada e deixou claro que ela não atende as demandas da categoria. “Nossa proposta inicial foi praticamente desconsiderada”, ressaltou. Face às queixas dos representantes do SINPECPF e da PF, a Coordenação Geral de Carreiras do MPOG voltou a destacar que a proposta não possui caráter definitivo. “Apenas apontamos as possibilidades que nós vislumbramos. Vocês podem apresentar uma contraproposta, desde que ela esteja legalmente embasada”.
O SINPECPF trabalhará agora em conjunto com a direção da Polícia Federal na elaboração de uma nova proposta. A sugestão apresentada pelo Ministério do Planejamento será encaminhada aos representantes estaduais do sindicato, que repassarão o conteúdo aos filiados. Não iremos encaminhá-la por e-mail. Pretendemos discuti-la somente durante Assembleia Geral Extraordinária nacional, que será agendada em breve.
Na opinião da presidente do SINPECPF, embora a proposta do MPOG não seja aquela que a categoria gostaria de ouvir, a apresentação realizada ontem deve ser vista como um avanço. “Finalmente temos algo concreto para contestar. Agora devemos nos concentrar em melhorar essa proposta”, declarou Leilane após a reunião.
Essa notícia foi lida 4368 vezes desde 15 de janeiro de 2010
Comentários(36):
Prezados colegas do SINPECPF, leiam esta notícia recente que esta correndo pela Internet e percebam que enquanto o MPOG está nos dificultando a reestruturação, e sem podermos cogitar uma verdadeira melhoria salarial, nos outros Ministérios e órgãos, as carreiras estão sendo agraciadas com boas melhorias salariais.
E pergunta que não quer calar é a seguinte:
Por que as carreiras do DPF estão sofrendo tão duras restrições por parte do MPOG e do Governo e por que nossas reivindicações,correm o risco de não serem aprovadas neste ano como aconteceu com os demais servidores de outros órgãos???
Isso tudo é muito interessante e revoltante, não é mesmo???
NOTÍCIA:
Câmara aprova reajuste para mais de 32 mil servidores
25 de maio de 2010 • 19h48 • atualizado às 20h05 (www.terra.com.br)
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira o projeto de lei que cria gratificações e reajusta salários de servidores de diversos órgãos federais. A medida deve beneficiar 32.763 funcionários - 12.032 ativos, 9.318 aposentados e 11.413 pensionistas.
A informação é da Agência Câmara.
Na maioria das carreiras, o reajuste será escalonado - em alguns casos, até abril de 2011. O custo total das medidas, conforme o projeto, será de R$ 401,9 milhões neste ano; R$ 773,7 milhões em 2011; e R$ 791,8 milhões em 2012 e anos seguintes.
De acordo com o texto, servidores do Ministério das Relações terão adicional de até R$ 1.042 por participação em missão no exterior. Para agentes penitenciários, está previsto reajuste de gratificação de desempenho e, para servidores Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e dos cargos de tecnologia militar do Ministério da Defesa, aumento salarial e de gratificação.
Médicos e dentistas do Hospital das Forças Armadas (HFA) também terão elevação da remuneração. Está prevista também a criação de uma estrutura remuneratória especial para engenheiros, arquitetos, economistas, estatísticos e geólogos.
De acordo com o relator, deputado Tadeu Fillipelli (PMDB-DF), a medida atende às necessidades de manutenção e recomposição de força de trabalho especializada em áreas de interesse estratégico da Administração Pública Federal. Para ele, os reajustes permitem que os quadros do serviço público federal sejam continuamente supridos por servidores \"qualificados e motivados\".
Dentre as 85 emendas recebidas, o relator aprovou apenas as de redação apresentadas na Comissão de Trabalho, Administração e de Serviço Público. As demais foram rejeitadas por vício de competência, já que é de iniciativa privativa da Presidência da República dispor sobre a remuneração de servidores públicos federais.
A proposta, aprovada em caráter conclusivo, ou seja, não será levada a Plenário, tramita em regime de prioridade e deve seguir para o Senado, caso não haja recurso, para que seja votada pelo Plenário. O texto já havia sido aprovado em março pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público. No início deste mês, foi aprovado pela Comissão de Finanças e Tributação.
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Redação Terra
Atenciosamente,
SERGIO SOARES
SERGIO SOARES
26/05/2010
Prezados colegas, convido-os a fazer uma pesquisa simples sobre a base legal de reestruturações que pode ser iniciada, por exemplo, através do seguinte endereço na internet:
Lá constam publicadas as tabelas remuneratórias de todos os funcionários públicos do poder executivo e suas respectivas bases legais, donde decorre que podemos vislumbrar um pequeno histórico de qualquer carreira do mesmo.
Como exemplo, vejamos um breve resumo sobre a carreira administrativa do MPOG:
Clicando no link \"Caderno nº01\" de junho de 1998 vemos lá o Analista de Orçamento e o Técnico de Orçamento, as respectivas bases legais da época para esses cargos e sua tabela remuneratória. Vemos ali que o contracheque dos mesmos era basicamente composto de VB (vencimento básico) + GAE (gratificação executiva) + GDP (gratificação de desempenho e produtividade). Essa soma, para um Analista de Orçamento classe/padrão A III resultava um bruto de R$3.855,45, enquanto o Técnico de Orçamento percebia R$1.455,05.
Analogamente, vejamos o \"Caderno nº51\". Nesta última publicação já notam-se boas atualizações da legislação reestruturante da carreira administrativa citada. Ali consta que o cargo de Analista e Técnico de Orçamento acima mencionados passaram a se chamar Analista de Planejamento e Orçamento e Técnico de Planejamento e Orçamento. Outra mudança é que essas carreiras aglutinaram todas as rubricas anteriores, passando a perceber a sua remuneração através de subsídio. Nesse caderno também se verifica que o subsídio do Analista de Planejamento e Orçamento Classe Especial IV (que é o anterior Analista de Orçamento classe/padrão A III) é de 17.347,00. Já o Técnico de Planejamento e Orçamento Classe Especial IV (anterior Técnico de Orçamento classe/padrão A III) ficou com uma remuneração bruta de R$7.538,00.
Podemos imaginar vários motivos para essas alterações da legislação. Quem sabe ampliação das atribuições? Mera atualização remuneratória? Racionalização dos cargos Etc? … O que vocês acham? Será que há alguma inconstitucionalidade nisso? ;)
ADELIR JOSé STEIN FILHO
26/05/2010
Em tempo de CRISE, tire o S. CRIE!
Vou ser um pouquinho longo no comentário, após a leitura do mesmo, por favor me corrijam se estiver errado.
Quando o Deputado Federal Paulo Pimenta relatou no Plenário da Câmara Federal a criação da Carreira Administrativa no DPF ao encerrar disse. \"Deixo de anunciar os cargos e tabela de vencimentos por motivo que os mesmos deverão fazer parte da Lei Orgânica do DPF, que deverá sem implantada em 180 dias\", isto lá em 2003.
Desde então uma idéia vem ocupando lugar em meus pensamentos: por que não aproveitamos a Lei Orgânica do DPF, (evidente que com muitas negociações)para que sejamos reconhecidos com servidores da Segurança Pública?
Será que não mudaria o tratamento do MPOG?
Conforme falei no começo, que me corrijam se estiver errado.
Retroceder nunca...Render-se jamais!
Cordialmente, DAVID DE SOUZA GUIMARAES
Resposta do SINPECPF: Prezada colega,
Nossa intenção é que a reestruturação da carreira administrativa seja tratada na Lei Orgânica e temos trabalhado nesse sentido. Temos trabalhado em todas as frentes possíveis, de modo a assegurar a reestruturação, independentemente de onde seja devidamente constituído.
25/05/2010
A reestruturação se faz necessária até para se adequar à realidade do Órgão. Os técnicos do MPOG têm que exergar que nós estamos em um órgão policial e, para os policiai,s quem não é policial é administrativo. Não importa o que o colega é e o que ele faz. Se tem curso primário ou superior. Se executa tarefas simples ou complexas. Esses técnicos do MPOG estão com a visão voltada para órgãos administrativos onde cada cargo é claramente diferenciado. Tem que prevalecer o bom-senso. REESTRUTURAÇÃO JÁ. MARCIO CALDEIRA FILHO
24/05/2010
Acredito que os \"doutos doutores\" do DPF, além do MPOG, não estão muito interessados nesta reestruturação. MARCELO ARRAIS MASCARENHAS
Resposta do SINPECPF: Caro colega,
Hoje, a reestruturação da carreira administrativa é defendida abertamente pela direção do DPF, que também tem participado ativamente das negociações em prol da reestruturação. Desta forma, não temos motivos para acreditar que essa postura seria apenas \"jogo de cena\".
24/05/2010
Por pior que tudo pareça, pela primeira vez vejo até o DPF interessado... Creio em Deus Pai, Todo Poderoso, que algo de muito bom vai acontecer...Sabem por quê? Nós merecemos! E vamos vencer! A invés de ficarmos reclamando, vamos concentrar nossa energia na justiça divina. Força Colegas! Ceiça. CONCEICAO ROSA BOA MORTE FERNANDES PEREIRA
24/05/2010
O que a Diretoria Nacional está¡ esperando para derrubar o decreto que extinguiu os cargos NÃO VAGOS do PECPF? O que estamos esperando para tirar nossos colegas da guilhotina?
O movimento tem de começar pela área de contabilidade e CTI!!!! CRISTINA PAES
Resposta do SINPECPF: Caro colega,
O SINPECPF irá pedir formalmente ao DPF para que o decreto seja revogado.
24/05/2010
O Planejamento está demonstrando há anos, que NÃO TEM INTERESSE EM REESTRUTURAR A NOSSA CATEGORIA. Todos os estudos possíveis já foram elaborados, tudo o que foi solicitado foi efetuado, e o que eles nos dão como resposta? NADA! Alguém pode me explicar o porquê de um \"técnico\" em início de carreira, que trabalha na área de Recursos Humanos da ANATEL, ganhar duas vezes mais que os servidores do PECPF? Não, nem eu...Minha sugestão é: O SINPECPF TEM QUE SER MAIS RAPOSA E MENOS CORDEIRINHO, CHEGA DE SUBSERVIÊNCIA! MARCELO ARRAIS MASCARENHAS
Resposta do SINPECPF: Caro colega,
O SINPECPF não acentou a proposta oferecida pelo MPOG e já trabalha em uma contraproposta.
24/05/2010
Gostaria que os colegas do PEC vissem como foi o enquadramento dos servidores do MPU - SE NÃO ME FALHAR A MEMÓRIA - os técnicos e analistas têm uma subclassificação dependentdo da área que atuam (informática área I, médica área 2, e assim por diante) Se não me engano todos são técnicos e analistas e depois vem a subclassificação.
O nome principal do cargo foi racionalizado, mas cada um dentro da área de especialidade. Mas o nome principal é Analista. Os cargos de nível médio, da mesma forma, são técnicos com a suas repectivas subclassificação. CRISTINA PAES
24/05/2010
Tens razão, Alberto Carlos e Silva. Nós temos um exemplo aqui no DPF. Os peritos se dividem em várias especialidades, conforme o curso: contabilidade, direito, engenharia, arquitetura, computação, farmácia, quimica, fisica e vai por aí. Quando é realizado um concurso, as vagas são divididas conforme a necessidade para cada especialidade. Nós tivemos também o caso dos censores. Quem tinha curso de direito optou para delegado e os outros, com qualquer curso( letras, filosofia, psicologia etc.) para perito. Realmente para nós tudo fica difícil... JOSE CARLOS LIMA E SILVA
24/05/2010
Não é desânimo, apenas constatação da realidade. Fomos mais uma vez ludibriados. Eis que me vem à mente, Drumond: E agora, José? José, para onde? DIOGO MARTINS SOARES
24/05/2010
Resumindo...
Sem aumento salarial...
Sem mudança de nomenclatura...
Sem atribuições específicas...
Acho que a proposta foi: \"Fique como está!\"
Parece piada, mas infelizmente não é... e ainda tem coragem de chamar isso de \"reestruturação\"! só o MPOG mesmo viu...
KLEITON TEIXEIRA DE CARVALHO
Resposta do SINPECPF: Senhor Kleiton, realmente a proposta apresentada pelo MPOG não é satisfatória. Porém, devemos lembrar que a decisão final não cabe ao Planejamento.
Leilane Ribeiro de Oliveira
Presidente
24/05/2010
Recebi uma convocação do representante estadual para uma assembléia dia 26 de maio, tendo como pauta principal a aprovação ou não da proposta do MPOG. Quero dizer que achei desnecessária essa assembléia, considerando que essa proposta é inaceitável. Acredito que ela deveria ser rejeitada por completo e nem ser colocada em assembléia. Uma proposta que não contempla todas as categorias deve ser expurgada por completo e só quando tivermos uma proposta em que todas as categorias sejam contempladas, aí sim possamos debatê-la. ARIOSVALDO ANDRE COSTA
Resposta do SINPECPF: Senhor Ariosvaldo, nenhuma assembléia deveria ser realizada para a aprovação ou não da proposta apresentada pelo MPOG, considerando que ela será recusada com a apresentação da contraproposta que será apresentada por este SINPECPF. Esperamos uma proposta que contemple toda a categoria, mas não descartamos a possibilidade de sairmos do MPOG com apenas parte dela. Mas sairemos, e poderemos articular em outras esferas a inclusão dos remanescentes. Este SINPECPF pensa na categoria como um todo, esperamos isso de todos os colegas.
Leilane Ribeiro de Oliveira
Presidente
24/05/2010
Planalto tenta evitar pacote de bondades a servidores(Notícia do Estadão.com.br):
O governo enfrenta o desafio de evitar a aprovação pela Câmara dos Deputados de mais um pacote de bondades que traz em seu bojo um novo rombo nas contas públicas, até agora incalculável pelo governo, que foi incluído na medida provisória(MP) de reestruturação de carreiras de servidores da administração federal. Apenas três das 21 alterações no texto original da MP 479 resultam em um impacto de R$3,122 bilhões aos cofres publicos, quase 100 vezes mais que o gasto de R$31,769 milhões previsto na MP encaminhada ao Congresso pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A MP será votada na semana que vem. A menos de cinco meses das eleições e em busca de votos, parlamentares fazem a multiplicação de benefícios por meio de alterações nas MPs, instrumento de tramitação mais rápida pelo Legislativo e meio usado pela base na negociação com o governo. Além de entrar em pauta com urgência e prioridade, as MPs precisam ser votadas em 120 dias, caso contrário perdem a validade. Esse mecanismo acaba forçando o governo a um acordo para a aprovação do texto no Congresso ou leva ao eventual veto com o consequente desgaste político para o Presidente.
Para conhecimento de todos do SinpecPF.
Engracio Resplandes - Filiado.
ENGRACIO RESPLANDES
23/05/2010
Temos que louvar a luta dos reprentantes do nosso sindicato, mas o problema é o seguinte: esse governo, por razões que prefiro não comentar, tem ranço da Polícia Federal. Assim, qualquer demanda na área de recursos humanos do DPF sempre aparece um \"técnico\" para apontar problemas e por fim não atender nada do que se propoe para melhoria dos servidores. Querem continuar com esta política por mais tempo. Meu Deus, precisamos de ajuda. SEVERINO BEZERRA DE MELO
Resposta do SINPECPF: Prezado colega,
Seu comentário teve de ser editado para se adequar à política editorial de nosso site. Pretendemos não utilizar deste espaço para promover discussões porlítico-patidárias.
23/05/2010
REVOLTA... é o único sentimento que nos restou...concordo que o MPOG já estava com tudo definido, qualquer que fosse a proposta apresentada pelo SINPECPF e/ou pela PF não seria aceita, pois tudo não passa de uma grande enrolação... Faz parte da estratégia adotada por eles: enrolar, tripudiar, humilhar, ganhar tempo, fazer parecer que temos alguma chance e depois frustar. Está tudo muito claro, contudo, fica evidenciado que essa é a hora exata de pararmos TUDO...pagamento de diárias, folha de pagamento, passagens, emissão de passaporte, produtos químicos, NTI dentre tantas outras áreas nas quais somente por força de uma paralisação maciça, planejada e consciente mostraremos o porquê merecemos ser tratados com respeito e dignidade. Percebe-se que não há mais possibilidade de negociação com uma equipe que não quer negociar... porém, desistir é um verbo que não pode estar no dicionário dos servidores do PECPF. Vamos à greve geral e por tempo indeterminado!!!! DOUGLAS BARROS VIEIRA
22/05/2010
Excelentíssimo Senhor
Luis Inácio Lula da Silva
M.D. Presidente da República
No ano passado, quando da solenidade do aniversário da polícia federal, nosso presidente Lula nos cumprimentou diante de um auditório lotado, como \"Analistas e Técnicos Administrativos da Polícia Federal\"; tendo em vista que era o nome que receberíamos no projeto de lei orgância negociado no MJ.
Para nossa surpresa, quando o projeto chegou ao MPOG, nosso nome e sobrenome foi \"barrado\" pela SRH/MPOG. Recebemos então, a proposta da Dra. Marcela Tapajós, de que retirássemos a carreira da Lei Orgânica e enviássemos àquele ministério um projeto de carreira em separado, que o mesmo seria encaminhado com urgência à Casa Civil (fato que hoje é negado, pela senhora Marcela). Com o apoio de nosso diretor geral, Dr. Luiz Fernando Corrêa, o projeto foi elaborado pelo sindicato e administração dentro do planejamento estratégico de gestão da polícia federal.Atualmente encontra-se no MPOG/SRH, sob protocolo 03000.000825/2010-01.
Depois de uma interminável agenda de negocição com MJ e MPOG, reuniões desmarcadas (o que parece ser hábito daquela secretaria) fomos surpreendidos na última quinta-feira com uma proposta do MPOG, que é considerada uma afronta a nossa categoria - que vem sendo paulatinamente desprestigiada pelo governo Lula - como se não fossemos do quadro da Polícia Federal. Enquanto as demais categorias do órgão, receberam aumentos salariais de até 60% desde 2006, a categoria administrativa nem aumento e nem carreira, sendo jogada de um ministério para o outro sem solução de nossos pleitos há exatos quatro anos.
Quando de nossa greve em 2007, para pedir a ilegalidade do movimento a União alegou: \"Tais servidores exercem relevante mister, imprescindíveis para o desenvolvimento dos serviços essenciais prestados pela Polícia Federal à sociedade brasileira. A atual paralisação põe em risco a segurança pública de todo o país, comprometendo atividades como a fiscalização marítima, aeroportuária e de fronteiras, a fiscalização do transporte de produtos químicos, a tramitação de inquéritos policiais, a emissão de passaportes e porte de arma e as atividades de protocolo em geral, entre outras.\"
Diante desta colocação o Exmo. juiz federal Hamilton de Sá Dantas - 21ª vara, determinou, no processo n.º 2007.34.00.0037664-9, que em sendo os serviços acima citados prestados pelos servidores administrativos da Polícia Federal, serviços de caráter público e essenciais, que o sindicato, no prazo de três dias, apresentasse para o serviço 30% dos servidores administrativos, sob pena de multa e responsabilização criminal.
Senhor Presidente, como pode a União apresentar em diferentes circunstâncias juízos tão discrepantes com relaçõa à servidores que representam uma categoria imprescindível para o desenvolvomento dos serviços prestados pela Polícia Federal?
Senhor Presidente, se o senhor tiver uma explicação para tamanha incoerência, por favor, ilumine-nos, pois nós até nas forças ocultas a buscamos, e não encontramos.
Com meu abraço, CLEUZA MENEZES
22/05/2010
Diante das circunstâncias,deveremos em oportuno, apresentar nossa contraproposta e cobrar do MPOG a maior celeridade possível em sua definição. Sugiro a Presidência do SINPECPF viabilizar com \"urgência\" uma audiência com Ministro do Planejamento, eis que, as negociações tratadas entre a o SINPEPF/Direção do DPF com os acessores e técnicos do MPOG, não inceta uma definição coeza para esse fim. É devaneio acreditar que estes apresentem uma proposta, que efetivamente, venha a reestrurar o PECPF de forma justa. Acredito que a nossa Presidente e sua equipe saberá, com eficiência adotar as providências necessárias que o caso requer. A vida e uma luta contínua... as conquistas são os rounds vencidos em busca dos nosso ideais.
Airton JOSé AIRTON ARAUJO SOUSA
22/05/2010
Presidenta, quer dizer que, para nós, tudo é impossivel, mas, para os censores, foi num piscar de olhos. Será porque são policiais? JOSE SERGIO DA SILVA CUNHA
22/05/2010
O cargo de Agente Administrativo é um cargo no qual se pode desempenhar quaisquer tarefas administrativas, desde as mais simples até as mais complexas, inclusive aquelas para as quais é exigida determinada formação técnica. Eu por exemplo, quando trabalhava no antigo INPS, à época da Jorgina(maior fraudadora da Previdência) fui nomeado Perito-Assistente do Instituto, auxiliando os Procuradores do Órgão, para trabalhar na conferência de cálculos de processos de precatórios junto aos Peritos das partes, por não haver cargos de Contadores(NS) disponíveis naquela época. A atual Gerente(cargo equivalente ao de Superintendente) do Ministério da Saúde em MG, e que foi minha chefe, é uma Agente Administrativo. Mas como disse nossa colega ATE, isto no momento, não é o que importa. O que importa é convencermos o pessoal do MPOG a reconhecer o nosso valor pelo que desempenhamos e podemos desempenhar. MARCIO CALDEIRA FILHO
21/05/2010
Força pessoal! Não podemos desistir, pois a técnica da negociação é persisitir até a conquista do objetivo proposto.
Parabéns à todos e VAMOS EM FRENTE!!! JOÃO CARLOS FRANCO DA SILVA
21/05/2010
Desculpa eu usar esse link para comentários, mas foi para isso que ele foi criado. Pois bem, como vai ficar a situação dos cargos em extinção? Temos que reverter isso, não podemos ficar assim. Isso é uma falta de respeito, onde estão os direitos dos servidores públicos? Qualquer um faz e fica por isso? Não podemos ficar de blá blá blá. Vamos a luta com os parlamentares, na mídia, enfim, aquilo que for a nosso favor. Vamos nessa. Agora o sindicato apresenta uma contraproposta, vamos supor que não aceitem. Ai é o fim, ficaria só para o ano que vem, mas não podemos esperar minha gente. AUGUSTO VALENTIM KOBOLDT NETO
Resposta do SINPECPF: Caro colega, este espaço é democrático e deverá servir para conhecermos as opiniões dos colegas. Por outro lado, não será permitido a citação direta de ninguém, no sentido de evitar transtornos para este SINPECPF, sendo assim, parte do seu comentário foi editado.
Venho informá-lo que estamos trabalhando para melhorar a proposta apresentada pelo MPOG, sabemos também, que nem tudo o que propormos deverá ser aceito por eles.
Vale destacar que o MPOG não tem a palavra final na questão da reestruturação. Não desistiremos, porque nossa reestruturação não depende só do MPOG.
Leilane Ribeiro de Oliveira
Presidente
21/05/2010
Gosto muito de cinema e o filme ao qual estou assistindo pode ser chamado de: SINPECPF contra Planejamento - uma luta que não podemos vencer! O roteiro pode ser descrito assim: o Planejamento fará uma nova proposta (menos indecente da primeira, como bem colocou a nossa colega Lúcia de Morais Tolêdo, MAS SEMPRE INDECENTE)- o SNPECPF vai considerá-la insuficiente e aí as negociações acabam ou totalmente ou a história vai continuar \"ad infinitum\". E sabem por qual motivo? o Planejamento NÃO pode voltar atrás em suas propostas acolhendo as nossas!!! Motivo? seria um sinal de fraqueza, de desmoralização para os técnicos ??? E o próprio ministro, junto a todos os servidores federais que revindicam melhorias ??? Depois de tantas estapafúrdias negativas, vis subterfúgios não lhe resta outro caminho que continuar nos moldes de imoral comportamento seguidos CONSCIENTEMENTE durante oito anos! Oito anos de ENGANAÇÃO DELIBERADA. meu comentário poderá ser considerado duro, irreal ou até sinal de frustração. Não estou, em absoluto frustrado mas bem realista! Vivo na realidade. Volto a repetir: nossa ação deverá ser dirigida para conscientizar deputados e senadores honestos( poucos mas ainda existem) do governo e da oposição, envolvendo o chefe da casa civil (da qual nem o nome sei) para produzir para uma medida provisária que sane a injustiça decenal que nos aflige. afora isso (desculpen a possível arrogância de minha argumentação) não vejo caminhos vitoriosos para nós. espero estar enganado. também eu não sou infalível.
atenciosamente
dr. Federico Fichera
médico SR/DPF/CE.
FEDERICO FICHERA
Resposta do SINPECPF: Caro colega,
Não podemos prever qual será a posição do Planejamento em relação à contraproposta do SINPECPF. De todo modo, as negociações não se resumem à Coordenação de Carreiras do MPOG. Como o colega bem ressaltou, há outras frentes de negociação, e o SINPECPF não descarta nenhuma delas, tanto que vem sistematicamente se reunindo com diversas autoridades.
21/05/2010
Tá difícil aguentar tudo isso e tantas dificudades para aprovação desta restruturação. Eu acho que só tem um jeito: a extinção dos ADMs da PF, porque esses colegas que estão no poder não estão nem aí para nós. Tantas lutas, tanto suor, tanto sacrifício na minha vida pública, tudo doado para esta instituição não tem valido de nada! O que eles querem que nós adms façamos para ser reconhecidos? Tá difícil! Nem santo aguenta tanta promessa que colocamos em suas costas! Estamos cheios dessas promessas inválidas! Estão esperando o ano político! Acham que vamos juntos com eles para o palanque pedir voto! Tô cansado de esperar! Não vou mais comentar nada enquanto não tiver algo correto e certo. Meus amigos deste sindicato, fico por aqui, aguardando uma resposta mas concreta de vocês. Estou sem esperança, acho que nada vai mudar, eles não querem nossas melhoria, querem nos ver lá no fundo do poço. Nesses dias que muitos colegas estão enfrentando dificuldades, muitos pensam em desistir até de vir trabalhar e jogra tudo pro alto porque a gente aguenta abusos todos os dias. Têm dias que dá vontade de mandar tudo p/ aquele lugar. Perdõem-me mas estou me sentindo muito discriminado neste DPF. Acho que to estressado ou com depressão. Todo dia é a mesma coisa: não tem um resultado concreto entra ano sai ano e não muda nada! Não sei se isto e uma crítica ou um desabafo, mas gostaria que o meu comentário fosse aceito junto a este sindicato. Perdõem-me minhas palavras. Só estou cansando de esperar... EDENILSON FERREIRA DA SILVA
Resposta do SINPECPF: Caros colegas,
Face aos diversos desabafos postados neste site, o SINPECPF volta a ressaltar a importância de nossa luta. A proposta apresentada pelos técnicos do MPOG, sem dúvida nenhuma, não atende as reivindicações da categoria. Contudo, finalmente o Planejamento elaborou uma proposta. Não é aquela que gostariamos de receber, mas é um avanço. Hoje, nossa demanda é defendida pelo DPF e debatida pelos parlamentares que analisam o projeto de Lei Orgânica na Câmara dos Deputados. Nunca estivemos em uma posição tão favorável. E o motivo disso é simples: anos atrás, diante das primeiras negativas e dificuldades enfrentadas no processo de negociações, não desistimos! É por isso que o SINPECPF seguirá lutando.
21/05/2010
Gente, não vamos desanimar, esses técnicos do MPOG são assim mesmo. Prestem atenção, em 1984 eu era Agente Administrativo e dia 05 de maio de 1984, fiz prova de Ascensão Funcional (inclusive foi a última ascensão),depois o governo tirou esse direito de nós. Fui aprovada para o cargo de Auxiliar em Assuntos Educacionais,(intermediário), cargo que ocupo até hoje, ou melhor, até dia desses, já que também foi extinto recentemente. Pessoal excluindo o INSS e a Receita Federal, vocês têm conhecimento de outro órgão que obteve sucesso em seus planos de carreira junto ao MPOG? FRANCISCA LúCIA TELES GUIMARAS
21/05/2010
Se não pode por regulamento, pode por lei definir as especialidades de cargos. Tal qual aplicado no Judiciário, ou seja, Técnicos e suas especialidades (administrativa, enfermage etc). Esperamos que o Decreto que extinguiu os cargos, agora, seja revogado. LUIZ CORREIA DOS SANTOS
21/05/2010
Só um comentário irônico que perdoem os colegas, já esperava por isso. Mas também não é motivo para desistir de lutar e seguir adiante. Para maior informação, ou melhor dizer,lembrar, o cargo de Agente de Telecomunicações e Eletricidade na época em que fiz o concurso, era exigido formação técnica e os AADMs ainda se aceitava sem o 2º grau completo, tanto que no início os ATE,s eram melhor remunerados já ingressamos com 5 referências acima dos outros cargos administrativos. Bom mais isso agora é segundo plano o que nos interessa é uma restruturação que realmente atenda as necessidades da nossa categoria e do DPF, se realmente a Direção assim o deseja, será bem mais fácil conseguir negociar políticamente!
Vamos continuar na luta e chegaremos lá! MARIA ELIZABETE DE OLIVEIRA SARAIVA
21/05/2010
PROPOSTA INDECENTE!
LÚCIA DE MORAIS TOLÊDO
21/05/2010
O \"planejamento\" ??? mostrou sua verdedeira face. É revanchista, autoritário e sumamente \"enrolista\" (neologismo meu). É o fim da linha! Agiu do mesmo modo com os policiais e demais categorias. Não está, em absoluto, interessado em acolher as justas reivindicaçãões dos servidores da PF. Nem o suporte da direção da PF ou do Ministro da Justiça os fará retroceder das posições já assumidas claramente há anos... nosso valorosos sindicalistas gastaram saliva em vão. Já estava tudo marcado a nosso desfavor. Por qual motivo esperam uma nova proposta de nosso sibdicato? Tripudiar sobre os servidores da PF, humiliá-los ainda mais. Já afirmei que o \"governo\" não está nem aí com nossa situação e o Espirito Santo não se interessa por questões materiais e sim (talvez) por questões espirituais (sem querer ofender os que acreditam nele).
Somente uma nova lei do congresso bem específica e detalhada nos poderá ajudar. Por via administrativa, nada alcançaremos, pois a ele (Planejamento) não interessa. Somos \"fichinhas\" sem importância (para ele). FEDERICO FICHERA
Resposta do SINPECPF: Prezado colega,
Todos compartilhamos de sua frustração. Contudo, por mais desfavorável que o cenário possa parecer, não podemos desistir. Essa é a nossa luta, não podemos dela fugir porque não cabe a outros lutá-la por nós.
21/05/2010
PROPOSTA ??????
MEU DEUS, TAMANHA CRETINICE PODE SER CHAMADA DE PROPOSTA ????
QUANTO CINISMO !!!
IURI HASHIMOTO DE SALES
21/05/2010
Comentário reduzido ao verbo: ENROLAR
Bras. Pop. Expor de maneira confusa:
Bras. Pop. Tornar complicado, confuso; complicar, enredar.
Bras. Pop. Lograr, enganar, tapear, engabelar. JÚLIO CEZAR ALBERTI
21/05/2010
Não tá morto quem peleia! Pois bem, quero ressaltar alguns fatos: 1º – as categoria de artífice de eletricidade e comunicação, ATEs, motoristas ,agentes de portaria etc... não são auxiliares, até porque, na época, estes profissionais tiveram que apresentar certificados de curso para qual foram concursados. Enfim, estes profissionais são de nível intermediário, e nunca foram de auxiliar. Então o MPOG não está com a mente bem clara, se extinguiram esse quadro de profissionais é porque eles não mais executam as atribuições originais. Então, senhores do Planejamento, vocês deveriam sim fazer a transposição destes cargos para uma nova carreira, pois os mesmo já executam estas atividades há mais de 20 anos!!! Ou deixam todos numa só nomenclatura e melhorem o tão sonhado salário! Desculpem, o que interessa é a nomenclatura ou um salário digno. Se eles não querem passar os profissionais de nível intermediário para outro cargo, como eles vão reenquadrar? Se eles não mais exerçam este tipo de profissão, como ficaria então? Meus caros colegas, a hora é agora, contratem um jurista para ver se estou certo ou não em questão dos cargos e não da carreira,um abraço e que Deus olhe por nós agora. AUGUSTO VALENTIM KOBOLDT NETO
21/05/2010
Não entendo esses Técnicos do MPOG , eles pensam que realmente somos acéfalos ou eles ficam procurando \"chifre\" em cabeça de cavalo. É simples de se resolver este imbróglio. É só seguir o modelo adotado na JUSTIÇA FEDERAL. Existem lá, os Analistas e os Técnicos Administrativos e suas respectivas especialidades, exemplo, quem hoje é agente de vigilância, outrora também já existiu este cargo na Justiça Federal e passou a ter a denominação de Técnico Judiciário Área administrativa Especialidade em Segurança e Transporte. Outro exemplo,da Justiça Federal, cargo odontólogo, nova denominação, Analista Judiciário - Apoio especializado em odontologia. Todos são Analistas e Técnicos Administrativos com as suas devidas especialidades descritas no próprio cargo. Qual o problema? Respondo: Nenhum. A não ser “enrolação”. Fala sério...........
Colegas do Sindicato, vamos argumentar de forma enérgica com esses “caras” do MPOG, estão aí os exemplos supracitados, este é o modelo que nos interessa. Caso contrário partiremos para uma GREVE por tempo indeterminado, não tem outro caminho. CHEGA! ALBERTO CARLOS E SILVA
21/05/2010
Por que não se aplica a racionalização nos moldes dos Tribunais??? Cujos cargos são os mesmos e a diferença se dar na especializadades. Por exemplo, Técnico Judiciário - área administrativa e, também, Técnico Judiciário - especialidade Contabilidade. LUIZ CORREIA DOS SANTOS
Resposta do SINPECPF: Prezado representante,
Durante a reunião, os técnicos do MPOG argumentaram que o modelo adotado pelo Judiciário não pode ser estendido ao Executivo, pois este último não admite que as atribuições sejam especificadas em regulamentos.
21/05/2010
Não entendo esses \"TÉCNICOS\" ALBERTO CARLOS E SILVA
21/05/2010
Agora mais do que nunca, é preciso urgentemente que o Dr. Joaquim revogue o decreto de extinção dos cargos o mais rápido possível, pois estamos correndo sério risco de ficarmos a ver navios nesta reestruturação. ARIOSVALDO ANDRE COSTA